Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Polícia Civil procura outras possíveis vítimas após prisão em Belém

Investigação começou depois que responsáveis relataram abordagens e atos de natureza sexual contra adolescentes em um condomínio.

Polícia Civil procura outras possíveis vítimas após prisão em Belém

A Polícia Civil do Pará informou que ouve testemunhas e tenta identificar outras possíveis vítimas após a prisão em flagrante de um homem de 22 anos. Ele é suspeito de praticar atos de natureza sexual contra crianças e adolescentes em um condomínio localizado na rodovia Mário Covas, em Belém.

A corporação afirmou que o suspeito foi levado pela Polícia Militar à Divisão de Atendimento ao Adolescente (Data), na capital paraense. Conforme a nota, ele “responderá por estupro de vulnerável”.

Relatos apresentados à polícia

A ocorrência foi comunicada por responsáveis de menores que teriam sido abordados pelo homem na área de lazer do residencial. Os relatos indicam que ele havia se mudado recentemente para o condomínio.

De acordo com uma das mães, o filho contou que o suspeito tentou tocar suas nádegas e fez comentários obscenos. Outro adolescente teria mostrado aos responsáveis um calção rasgado, depois de o homem supostamente puxar a peça de roupa. Também foi relatada uma tentativa de colocar um inseto dentro do calção de outro jovem.

Os episódios teriam ocorrido enquanto um grupo jogava futebol na quadra. O homem teria se aproximado e dito que queria participar da atividade. Depois, segundo os relatos, teria praticado atos de natureza sexual contra alguns dos adolescentes.

As crianças e os adolescentes procuraram adultos após os acontecimentos e relataram que estavam assustados. Além disso, duas jovens foram à delegacia para denunciar supostos episódios de importunação sexual atribuídos ao mesmo homem em dias anteriores.

A Polícia Militar foi acionada e tomou as providências iniciais. Em nota, a Polícia Civil declarou: “A PCPA ouve testemunhas e busca identificar outras possíveis vítimas”. A investigação está sob responsabilidade da corporação.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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