Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Mercado externo pressiona soja, mas analista vê recuo pontual no Brasil

Quedas foram registradas em praças de quatro estados, enquanto a demanda brasileira segue elevada e a China mantém compras previstas.

Mercado externo pressiona soja, mas analista vê recuo pontual no Brasil

A soja recuou na maioria das praças brasileiras monitoradas nesta sexta-feira (11/9), em um movimento acompanhado pela queda dos preços na Bolsa de Chicago. O maior recuo entre os mercados regionais foi registrado em Erechim (RS), onde a saca perdeu R$ 5 e passou a ser negociada por R$ 150.

Em Chicago, a baixa foi de 2,68%, e os contratos com vencimento em novembro terminaram negociados a US$ 12,9650 por bushel. No porto de Paranaguá (PR), o indicador Cepea/Esalq caiu 0,73%, para R$ 160,55 por saca.

Cotações regionais

Além de Erechim, houve desvalorização em Ponta Grossa (PR), com recuo de R$ 1,50 ante o dia anterior e preço de R$ 152,50 por saca. Em Primavera do Leste (MT), a queda foi de R$ 3, levando a cotação para R$ 141,50. Luís Eduardo Magalhães (BA) teve redução de R$ 1, e a saca ficou em R$ 141.

Para Ronaldo Fernandes, analista da Royal Rural, a perda de valor pode ser temporária no curto prazo. Ele afirmou que a procura pelo grão brasileiro continua forte e que o mercado interno não está abastecido. “Estamos com 87% de soja comercializada”, disse.

Fernandes também informou que 4 milhões de toneladas já foram nomeadas para a China neste mês. Na avaliação dele, esse volume de comercialização pode pressionar os estoques, enquanto as compras chinesas devem continuar.

O analista considera que os preços no Brasil só devem perder força quando o clima apresentar sinais claros de melhora para o avanço do plantio no país.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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