Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Mercado brasileiro de soja tem baixa liquidez; Chicago encerra com alta moderada

Negociações no Brasil ficaram restritas às necessidades imediatas, enquanto a soja fechou em alta na Bolsa de Chicago.

Mercado brasileiro de soja tem baixa liquidez; Chicago encerra com alta moderada

O mercado brasileiro de soja registrou negociações limitadas nesta quarta-feira (16), com baixa liquidez e operações concentradas nas necessidades imediatas. Os produtores acompanham a janela de plantio da nova safra e as condições climáticas, segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado.

No mercado físico, os preços permaneceram praticamente estáveis e com caráter nominal. Para Silveira, houve negócios pontuais, enquanto os portos mantiveram preços firmes. Os prêmios também apresentaram poucas mudanças ao longo do dia.

Em Passo Fundo (RS), a cotação recuou de R$ 155,00 para R$ 154,00. Santa Rosa (RS) passou de R$ 156,00 para R$ 155,00, enquanto Cascavel (PR) caiu de R$ 152,00 para R$ 151,50. Paranaguá (PR) teve redução de R$ 163,00 para R$ 162,50.

Rondonópolis (MT) e Dourados (MS) mantiveram os preços em R$ 147,00. Em Rio Verde (GO), a cotação permaneceu em R$ 148,00. Rio Grande (RS) continuou em R$ 163,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros terminaram a sessão com alta para o grão e o farelo, mas queda para o óleo. O grão oscilou entre altas e baixas durante o dia. A percepção de sobrecompra, o avanço da colheita nos Estados Unidos e a pausa nas compras chinesas pressionaram as cotações. No fim dos negócios, prevaleceram as expectativas de novas aquisições da China antes da reunião entre Xi Jinping e Donald Trump, prevista para a próxima semana.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará amanhã o relatório semanal de exportações. Para a soja em grão, analistas projetam vendas líquidas entre 900 mil e 2,4 milhões de toneladas.

Os contratos com entrega em novembro de 2026 fecharam a US$ 13,20 por bushel, alta de 1,75 centavo de dólar por bushel, ou 0,13%. A posição janeiro de 2027 subiu 2,00 centavos, ou 0,14%, para US$ 13,37 1/4 por bushel.

O farelo para dezembro de 2026 avançou US$ 0,20 por tonelada, ou 0,20%, a US$ 365,60 por tonelada. O óleo com vencimento em dezembro de 2026 recuou 0,68 centavo, ou 0,96%, para 69,67 centavos de dólar por libra-peso.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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