O Sport teve dificuldades defensivas e pouca força ofensiva na derrota para o Ceará. As avaliações individuais apontaram problemas em jogadas aéreas, marcação e saída de bola, além de baixo rendimento de atletas do setor de ataque.
Thiago Couto recebeu nota 4.0 e foi considerado seguro na maior parte da partida, embora pudesse ter cortado por cima no lance do gol do Ceará. Marcelo Benevenuto, com nota 4.0, também teve atuação consistente em boa parte do jogo, mas falhou diretamente no gol sofrido. Kayky Almeida, avaliado em 3.5, voltou a apresentar problemas na marcação e na saída de jogo.
Improvisado na lateral direita, Marcelo Ajul recebeu 4.5 e deu mais consistência defensiva em alguns momentos, mas reduziu a profundidade e o apoio ofensivo pelo corredor. Augusto Pucci, com 3.5, não conseguiu contribuir no ataque e deixou espaços na marcação. Edson Lucas teve nota 5.0, apareceu no setor ofensivo e levou perigo em três finalizações, mas também cedeu espaços defensivamente.
Meio-campo e ataque
Willian Oliveira foi avaliado em 4.5 após aparecer como elemento-surpresa em dois bons momentos do primeiro tempo. Ele quase marcou em um chute cruzado, mas voltou a mostrar fragilidade na marcação. Zé Gabriel recebeu 3.5; a avaliação ressaltou sua entrega física, mas apontou limitações técnicas e pouca ajuda na saída de bola.
Diego Hernández, com 5.0, participou das principais ações ofensivas e acertou a trave em um chute de fora da área, mas desapareceu no segundo tempo. Pedro Martins e Biel receberam 4.0 e pouco alteraram o cenário da partida.
Entre os atacantes, Clayson teve a menor nota: 2.0. Acionado no segundo tempo, não repetiu o rendimento esperado e, conforme a avaliação, a equipe perdeu força ofensiva com sua entrada. Juan Alano recebeu 3.0, enquanto Chrystian Barletta ficou com 4.0.
Marlon Douglas foi o destaque do time na avaliação, com 6.0, depois de marcar o gol de honra no fim. Perotti recebeu 5.0 e conseguiu transformar participações no ataque em finalizações perigosas.
O técnico Gilmar Dal Pozzo recebeu 2.5. A avaliação apontou repetição da falta de competitividade, fragilidade na saída de bola e novos problemas em jogadas aéreas. A continuidade dele no cargo está sob risco.



