Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Usar camisa do Cruzeiro com marca de aposta não é crime, diz análise

Não há norma federal que criminalize o uso, por torcedores, de camisas de clubes com logotipos de casas de apostas.

Usar camisa do Cruzeiro com marca de aposta não é crime, diz análise
Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro/RTI Esporte

A utilização, por torcedores, de camisas de clubes com marcas de casas de apostas não é considerada crime. A análise do texto da medida provisória assinada pelo presidente Lula concluiu que não existe norma federal que criminalize esse ato.

O Governo Federal proibiu a atuação de casas de aposta no Brasil a partir de 5 de outubro. A medida também afeta a presença dessas empresas em propriedades esportivas, mas não estabelece uma proibição para que consumidores usem produtos oficiais dos clubes com os respectivos logotipos.

A Agência RTI Esporte avaliou o conteúdo da medida provisória depois que perfis na internet passaram a divulgar a informação de que vestir uma camisa com a marca de uma Bet poderia configurar crime. A conclusão foi de que essa informação é falsa.

Patrocínios no futebol

Flamengo, Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Atlético-MG, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, Vasco, Santos, Vitória, Remo, Chapecoense e Grêmio aparecem entre os clubes patrocinados por casas de apostas. O cenário pode ser afetado pela medida provisória, assinada na última sexta-feira, 25.

Mesmo com a restrição às marcas de apostas em propriedades esportivas, as camisas continuam sendo produtos oficiais dos clubes e podem seguir sendo usadas pelos torcedores nas ruas e nos estádios. A circulação desses itens deve continuar enquanto o poder público e as casas de Bet não resolvem completamente a situação.

Assim, o torcedor não tem motivo para preocupação quanto à camisa que escolher para passear ou acompanhar uma partida e apoiar seu clube.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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