Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Déficit de R$ 278,7 milhões aumenta pressão sobre o Corinthians

Clube fechou os sete primeiros meses de 2026 com resultado negativo acima do previsto e enfrenta sequência de seis derrotas no Brasileirão.

Déficit de R$ 278,7 milhões aumenta pressão sobre o Corinthians
Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians/Jogada10

O Corinthians acumulou déficit de R$ 278,7 milhões nos sete primeiros meses de 2026. O resultado ficou 258% acima da projeção orçamentária para o período e aumenta a pressão sobre a diretoria, que ainda precisa buscar receitas para encerrar a temporada. A falta das vendas de jogadores previstas no planejamento contribuiu para o rombo.

O clube esperava arrecadar cerca de 25 milhões de euros líquidos, equivalentes a aproximadamente R$ 148 milhões, com transferências na janela do meio do ano. André e Breno Bidon chegaram a ser colocados no mercado, mas continuaram no elenco após a decisão de preservar a equipe nas competições. Fernando Diniz havia defendido a saída de apenas um dos atletas caso surgisse uma proposta vantajosa.

Dívidas e alternativas financeiras

O resultado também foi afetado por outros compromissos. O Corinthians registrou R$ 32,5 milhões em premiações pelo título da Copa do Brasil de 2025, valor lançado na folha de janeiro de 2026. Além disso, pagou cerca de R$ 6 milhões em tributos relacionados à quitação de uma dívida com o Santos Laguna pela contratação de Félix Torres.

A diretoria apresentou à Caixa Econômica Federal uma proposta para usar os naming rights da Neo Química Arena em uma operação destinada a quitar a dívida do estádio, estimada atualmente em R$ 630 milhões. As conversas continuam.

Pressão também no futebol

A tentativa de reação em campo começa contra o Internacional, em 7 de outubro. O Corinthians vem de seis derrotas no Brasileirão e se aproximou da zona de rebaixamento.

Durante os 17 dias sem partidas, a comissão técnica trabalha para elevar o nível físico de Memphis Depay. A programação inclui exercícios de aceleração, velocidade e mudança de direção, seguidos de monitoramento por GPS.

A estratégia de manter André e Breno Bidon buscava preservar a competitividade e aumentar a valorização dos atletas. Sem transformar essa decisão em receita na janela do meio do ano, o clube chega às rodadas finais com o desempenho esportivo e possíveis negociações até dezembro mais relevantes para o planejamento de 2027.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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