Fernando Diniz saiu em defesa de Memphis Depay após o atacante perder um pênalti aos 50 minutos do segundo tempo, na derrota que eliminou o Corinthians diante do Estudiantes, pelas quartas de final da Libertadores. O técnico afirmou que o holandês é o batedor oficial da equipe e que não escolheu a si próprio para fazer a cobrança.
De acordo com Diniz, Memphis e o argentino Rodrigo Garro eram os jogadores preparados para bater. O treinador disse que abraçou o atacante depois da partida e que a responsabilidade pelo resultado não poderia ser concentrada nele. “Ele é um jogador que aguenta esse tipo de situação, experiente”, afirmou.
O técnico também avaliou que o Corinthians produziu pouco e sofreu um gol que poderia ter sido evitado. Para ele, o pênalti acabou recebendo a maior atenção, embora o desempenho da equipe tenha sido insuficiente para superar o adversário.
Diniz classificou o ambiente após a eliminação como de tristeza geral e afirmou que o grupo precisará reagir porque o Campeonato Brasileiro continua. O treinador reconheceu que o time atravessa uma sequência ruim e defendeu união para encerrar a temporada de maneira digna.
Na análise sobre os confrontos com o Estudiantes, Diniz comparou a dificuldade para encontrar espaços às partidas contra o Rosario Central, pelas oitavas de final. Segundo ele, foram jogos equilibrados, com poucas oportunidades, finalizações e chances de gol.
A ausência de Yuri Alberto, lesionado, também foi citada pelo treinador. Diniz afirmou que o atacante faz falta por suas características, como atacar espaços e incomodar os adversários.
Com a eliminação, o Corinthians passa a disputar apenas o Brasileirão. A equipe ocupa a 14ª posição, com 32 pontos, quatro acima do primeiro time na zona de rebaixamento. No domingo, recebe o Fluminense pela 28ª rodada.



