O empate com a Austrália voltou a expor dificuldades da Seleção Brasileira no meio de campo e aumentou as dúvidas sobre o trabalho de Carlo Ancelotti. A equipe teve problemas para controlar o ritmo da partida e encontrou resistência dos australianos.
O Brasil iniciou o confronto com sete jogadores que participaram da última Copa do Mundo. Danilo Santos e Bruno Guimarães ficaram responsáveis por ações de construção e recomposição, mas acabaram sobrecarregados e deixaram espaços aproveitados pelo adversário.
Ancelotti classificou o jogo como equilibrado e afirmou que a equipe precisa manter os testes durante o período de preparação. “Foi um jogo lá e cá, com chances para os dois lados… Temos que ser pacientes porque são testes que temos que fazer, dar oportunidades aos jogadores que jogam menos e seguir na frente”, disse o treinador.
Possível mudança no esquema
Para a próxima partida contra a Austrália, na terça-feira, às 7h (de Brasília), em Brisbane, Ancelotti indicou que pode alterar a formação. A Seleção avalia deixar o 4-2-4 usado no primeiro encontro para atuar com três meio-campistas.
“Às vezes, jogaremos com o sistema de hoje (4-2-4) e podemos jogar também com três meio-campistas. Por isso são testes agora para provar”, afirmou.
Após o segundo duelo com a Austrália, o Brasil enfrentará a Índia, em Calcutá, no dia 3 de outubro.



