LA PLATA — O Estudiantes perdeu por 3 a 1 para o Rosario Central neste sábado (26), no estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, e ficou sem o título da Supercopa Internacional da Argentina. A decisão terminou com empurrões e agressões entre jogadores e integrantes das delegações, dentro do campo e nos corredores de acesso aos vestiários.
O resultado aumenta a tensão antes do confronto do Estudiantes com o Flamengo pela semifinal da Copa Libertadores. A partida de ida está marcada para 15 de outubro, novamente em La Plata. O jogo de volta será disputado em 22 de outubro, no estádio do Maracanã.
Reação do Rosario Central
O Estudiantes abriu o placar aos dois minutos do primeiro tempo, com Alexis Castro. A vantagem, porém, durou pouco. Ainda antes do intervalo, Ángel Di María marcou duas vezes para o Rosario Central, sendo uma delas em cobrança de pênalti.
O terceiro gol saiu nos acréscimos do segundo tempo, com Julián Fernández. O lance provocou discussões entre os atletas e deu início ao tumulto que se estendeu após o apito final.
A revolta dos donos da casa também esteve relacionada a um toque de mão de Ovando dentro da área, não marcado pelo árbitro Darío Herrera. O presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón, invadiu o gramado para protestar contra a decisão da arbitragem.
A confusão envolveu as duas delegações e avançou até o túnel que leva aos vestiários. Após a partida, Di María afirmou: "O que passou na final foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse." O jogador também declarou que o Rosario Central aproveitaria a conquista.
Agora, o Estudiantes terá de reorganizar o elenco e trabalhar para corrigir as falhas defensivas antes dos encontros com o Flamengo pela competição continental.



