BOGOTÁ — O Vasco empatou por 0 a 0 com o Santa Fe, no estádio El Campín, na Colômbia, pela partida de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana. Após o jogo, Marino Hinestroza reconheceu a dificuldade de atuar a 2.600 metros de altitude, mas cobrou mais eficiência da equipe nas oportunidades criadas.
O time brasileiro teve uma chance importante com Claudio Spinelli. O atacante argentino recebeu uma boa oportunidade, mas não conseguiu marcar. O Santa Fe também ameaçou, sobretudo em jogadas de bola parada.
Para Hinestroza, o Vasco mostrou capacidade para competir fora de casa, mas poderia ter aproveitado melhor os momentos decisivos. “A gente teve várias oportunidades e infelizmente não conseguiu fazer o gol. Mas acho que o grupo está de parabéns”, afirmou o atacante.
O jogador também destacou que a disputa continua aberta e projetou a partida de volta com o apoio da torcida vascaína. “A chave ainda está muito aberta e eu sei que, com a nossa torcida, no nosso estádio, a gente vai conseguir a classificação”, disse.
Decisão em São Januário
Hinestroza voltou a abordar as chances desperdiçadas ao explicar por que o Vasco não saiu de Bogotá com a vitória. “Faltou um pouco de capricho. A gente teve algumas chances para matar o jogo”, declarou.
O empate mantém a definição do confronto para a partida de volta, em São Januário. Uma vitória garante ao Vasco uma vaga nas semifinais da Copa Sul-Americana. Se houver novo empate, a classificação será decidida nos pênaltis.
A partida também marcou o retorno de Marino Hinestroza à condição de titular sob o comando do técnico Pedro Emanuel. O atacante afirmou que, com trabalho, a equipe poderá melhorar o aproveitamento nas finalizações nos próximos jogos.



