A estreia de Thiago Carpini no comando do Remo terminou com derrota para o Santos, no Mangueirão. O resultado manteve o clube na zona de rebaixamento da Série A e ampliou a pressão sobre a equipe, que atravessa um período de instabilidade na competição.
Contratado para dar novo fôlego ao time e interromper a oscilação na tabela, Carpini iniciou o trabalho diante de um adversário de alta exigência. A mudança no comando, porém, não foi suficiente para alterar o cenário logo na primeira partida.
Além dos pontos perdidos, o revés preservou um tabu histórico: o Remo continua sem vencer o Santos em confrontos oficiais. A sequência negativa se soma à permanência no Z4 e aumenta a cobrança sobre o elenco e a nova comissão técnica.
Dificuldades em campo
Durante a partida, o Remo apresentou dificuldades para assimilar as novas orientações e voltou a cometer falhas em momentos importantes. A equipe também não conseguiu transformar as oportunidades criadas em gols, em um contexto no qual a margem para erros ficou reduzida.
O diagnóstico inicial para a comissão técnica é de um cenário de pressão e necessidade de resposta rápida. O calendário não permite uma transição prolongada, e a cobrança por resultados imediatos passa a marcar a rotina do clube.
A derrota diante do Santos também pesa sobre a sequência do trabalho no Baenão. O desafio de Carpini será conduzir a adaptação do grupo enquanto o Remo tenta reagir dentro de campo e deixar a zona de rebaixamento.


