Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Vascaínos protestam contra gestão do Maracanã após veto a jogo da Copa do Brasil

Faixas cobraram cumprimento do edital e tratamento igualitário ao Vasco na utilização do estádio administrado pelo Consórcio Fla-Flu.

Vascaínos protestam contra gestão do Maracanã após veto a jogo da Copa do Brasil
Foto: Matheus Lima/Vasco./Gávea News

Torcedores do Vasco fizeram protestos em diferentes locais públicos do Rio de Janeiro durante o fim de semana contra o Consórcio Fla-Flu, responsável pela gestão, operação e manutenção do Complexo Maracanã. A mobilização ocorreu após o veto ao uso do estádio pelo clube na partida contra o Vitória, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O jogo de ida foi realizado em São Januário.

Faixas divulgadas nas redes sociais, principalmente no X, criticaram a administração do estádio e cobraram que o Vasco receba tratamento igual ao dos demais clubes. Uma delas dizia: “Respeitem o edital ou revoguem a licitação”. Outra mensagem afirmava: “São Januário é meu e o Maraca é nosso! Cumpram o edital”.

As manifestações também fizeram referência a eventos autorizados no Maracanã. Em uma das imagens, uma bola de futebol americano e uma guitarra aparecem acompanhadas da palavra “permitido”, enquanto o símbolo do Vasco é associado ao termo “proibido”. O material menciona o jogo da NFL marcado para 27 de setembro e os shows realizados no estádio, em contraste com as dificuldades do clube para disputar partidas no local.

Regras citadas pelos torcedores

Os vascaínos fundamentam as cobranças em cláusulas da concessão do Maracanã. O item 3.4 prevê prioridade para eventos de futebol do calendário de campeonatos oficiais da FIFA, CONMEBOL, CBF e FERJ em relação a outras atividades.

Já o item 3.2.6 determina que a concessionária administre o complexo sem discriminação em relação aos principais clubes do Rio de Janeiro e às torcidas correspondentes.

Além das regras do edital, os torcedores citam um acordo entre o Vasco e a gestão do Maracanã. De acordo com a alegação apresentada, o entendimento permitiria ao clube realizar até quatro partidas no estádio em 2026. A relação entre a diretoria vascaína e o consórcio permanece conturbada.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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