Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Augusto Cury defende investigação no STF durante ato no Rio

Candidato do Avante reuniu apoiadores em Copacabana e prometeu financiar microempresas em comunidades e favelas.

Em ato em Copacabana, Cury cobra investigação do STF e manda ‘abraço especial’ a André Mendonça
Foto: Reprodução/TV Globo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, nesta segunda-feira (7), que integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) sejam investigados quando houver indícios de corrupção. Durante um ato na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, ele também declarou solidariedade ao ministro André Mendonça, a Fachin e a outros integrantes da Corte.

Cury afirmou que, se for eleito, ninguém será poupado de investigações. Para ele, eventuais acusações devem ser apuradas e, caso a culpa seja comprovada, resultar em condenação. “O que tem que haver é um STF isento, ninguém deve ser poupado”, disse.

O candidato declarou ainda que não depende do prestígio ou do dinheiro do poder. Segundo Cury, o salário de presidente seria usado para financiar 2 microempresas de alunos de escola pública por mês.

Promessas para comunidades

Cury chegou ao local às 11h25. Apoiadores se concentraram no Posto 6 e caminharam pela Avenida Atlântica, sob chuva, até o Posto 5, em um percurso de 500 metros. A estimativa do Monitor do Debate Político da USP/CEBRAP e da More in Common indicou a participação de 1,4 mil pessoas, com base em fotos aéreas analisadas por software de inteligência artificial.

Em discurso, o candidato prometeu financiar 10 milhões de microempresas em cada comunidade ou favela. Também afirmou que pretende instalar, em cada escola pública, uma agência do Banco do Empreendedor e uma Escola do Empreendedor.

Cury disse que pretende governar com justiça e inteligência e afirmou que convocaria especialistas para a administração federal. Ele mencionou a visita à Rocinha na semana passada e lembrou a infância, quando, segundo seu relato, dividia um quarto com os pais e mais 6 filhos.

O candidato também citou a mulher, Suleima, com quem é casado há 43 anos. Em seguida, falou sobre violência, juros e diferenças salariais enfrentadas pelas mulheres. Ele mencionou que uma mulher é morta a cada 5 ou 6 horas, que elas pagam 4% a mais de juros e recebem 21% a menos, em média, em determinados trabalhos com a mesma qualificação.

A agenda foi encerrada por volta das 12h45.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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