Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Debate em Minas tem críticas a segurança e isenções fiscais do governo

Adversários questionaram a gestão de Mateus Simões, a segurança pública e benefícios fiscais previstos para empresas.

Candidatos ao governo de MG criticam Mateus Simões na “Band”

A condução da segurança pública e a gestão do orçamento de Minas Gerais foram os principais alvos de críticas a Mateus Simões (PSD) durante debate eleitoral realizado na noite deste domingo (16.ago.2026), na TV Band Minas. Os candidatos também questionaram medidas adotadas pelo atual governador e pelo ex-governador Romeu Zema (Novo).

Participaram do encontro Mateus Simões, Flávio Roscoe (PL), Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos) e Gabriel Azevedo (MDB). Patrus Ananias (PT) havia sido convidado e sua equipe participou de reuniões com a emissora, mas ele não compareceu. O debate reuniu candidatos cujos partidos têm mais de 5 cadeiras no Senado.

Segurança pública

Alexandre Kalil criticou a situação da Polícia Militar e afirmou que Simões “liquidou a Polícia Militar”. O candidato também disse que o governo “há 13 anos está sucateando a Polícia Militar”, instituição que, segundo ele, está “muito humilhada”.

Gabriel Azevedo declarou que o Estado “traiu” a classe por não conceder o reajuste salarial que havia sido acordado. Ele ainda afirmou que facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho ampliaram sua atuação em Minas Gerais devido ao descumprimento de compromissos do governo.

Isenções e saneamento

A dívida estadual e os benefícios concedidos a empresas também foram discutidos. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, o Estado estima R$ 27 milhões em isenções fiscais para empresas.

Kalil afirmou que o benefício é destinado a empresários “bons amigos” do governo. Segundo ele, antes da atual gestão, as isenções não passavam de R$ 4 milhões. O candidato defendeu transparência sobre as empresas beneficiadas, embora tenha reconhecido a existência de isenções necessárias.

Gabriel Azevedo também criticou a privatização da Copasa, assinada pelo governador. Para ele, a medida não considerou que mais da metade da água em Minas Gerais não é tratada. O candidato disse que o próximo governante terá de cumprir as metas de saneamento básico até 2033.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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