Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado critica promessa de Lula sobre canetas para emagrecer e reajuste do Bolsa Família

Candidato do PSD também voltou a criticar o STF, associou o PT ao crime organizado e defendeu mudanças na segurança pública.

Caiado critica promessa de Lula sobre canetas para emagrecer e reajuste do Bolsa Família

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, classificou como populista a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de oferecer gratuitamente canetas emagrecedoras a pessoas com obesidade. A declaração foi dada em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, na noite desta quinta-feira, 17.

Caiado também criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo, que elevou o benefício de R$ 600 para R$ 691. Para o candidato, as duas medidas foram apresentadas na reta final antes da eleição. Ele afirmou que a utilização da estrutura governamental a 17 dias do pleito “dói” e contribuiu para a situação atual do Brasil.

Na entrevista, o ex-governador de Goiás voltou a abordar a crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que há um colapso nos Poderes constituídos e afirmou que o tribunal estaria ligado a grupos associados a Lula e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL). Caiado também declarou que os dois lados teriam relação com Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.

O candidato acusou Lula de estar envolvido em escândalos e afirmou que Flávio Bolsonaro teria sido desmentido. Ao tratar dos exemplos, mencionou as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Caiado disse que pretende rever a reforma tributária nos setores mais penalizados e citou o varejo. Na segurança pública, voltou a relacionar o PT ao crime organizado e defendeu a criação de uma polícia conjunta com países limítrofes da América do Sul. “Quando eu falo que há conivência do PT com o crime organizado, é uma simbiose”, declarou.

Ele também tratou do uso de câmeras corporais por policiais e afirmou que o presidente da República não poderá definir essas regras nos Estados. Ao mesmo tempo, defendeu que as operações considerem as características de cada localidade. Como exemplo, comparou ações na Faria Lima e em Paraisópolis, mencionando a presença de pessoas com fuzis e o lançamento de granadas por faccionados em áreas conturbadas.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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