Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado critica ministros do STF após sessão sem decisão sobre caso Moraes

Candidato à Presidência afirma que bate-bocas na Corte constrangem o país e defende a saída de Alexandre de Moraes do Supremo.

Caiado diz que STF "perdeu o rumo" após sessão marcada por bate-bocas
Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou o comportamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) durante a sessão desta terça-feira (15/9). O encontro foi marcado por discussões entre integrantes da Corte e terminou sem definição sobre o caso que envolve Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Em uma publicação no X, Caiado afirmou que a sequência de conflitos entre os ministros e o pedido público de desculpas feito por Cármen Lúcia expuseram uma perda de direção institucional. Para o candidato, o episódio constrangeu o país e ultrapassou “o limite do insustentável”.

A sessão foi encerrada depois que o ministro Flávio Dino pediu vista. A votação terminou com placar de 4 a 3 contra a reunião, em um único julgamento, dos casos relacionados a Moraes e ao ministro André Mendonça. Dino tem até 90 dias para analisar o processo antes de devolver os autos ao plenário.

Caiado também declarou que o Brasil não pode continuar em um ambiente de instabilidade. O candidato disse que o país precisa retomar a ordem e que não aceitará o que classificou como redução da dimensão nacional.

Mais cedo, o ex-governador de Goiás havia defendido a saída imediata de Alexandre de Moraes do STF. Ele afirmou que essa seria a “única atitude aceitável” e disse nunca ter visto um escândalo dessa gravidade atingir o Supremo. Também classificou o julgamento como um dia histórico.

Sessão no Supremo

O STF realizou uma sessão extraordinária para decidir sobre a abertura de investigação contra Moraes, relacionada a mensagens trocadas com Daniel Vorcaro no âmbito do Caso Master.

Na segunda parte do encontro, os ministros analisaram uma questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. O decano reuniu os processos que envolvem Moraes e a conduta de Mendonça e adiou o julgamento para 23 de setembro. Em seguida, Flávio Dino pediu vista, levando ao encerramento da sessão.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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