Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Creme Nivea da lata azul não é indicado como máscara facial habitual

Farmacêutico diz que o produto pode ajudar pontualmente em peles muito secas, mas não foi formulado como máscara de tratamento.

Creme Nivea da lata azul não é indicado como máscara facial habitual
Foto: Reprodução, cottonbro studio/Pexels e Facebook Nivea/Purepeople

O creme Nivea da lata azul pode aumentar a sensação de conforto, maciez e proteção em peles muito secas, mas não é indicado como máscara facial de uso habitual. A avaliação é do farmacêutico Roger Nebot, que explicou as características do produto em entrevista à revista Woman.

Segundo Nebot, a fórmula foi desenvolvida principalmente para proporcionar emoliência, reduzir a perda de água e formar uma película protetora sobre a pele. Por isso, o creme pode ter utilidade pontual em uma pele afetada pelo frio, pelo vento ou por ambientes extremamente secos.

“Não seria minha primeira escolha como máscara facial de uso habitual”, afirmou o farmacêutico. Ele ressaltou que essa possibilidade de uso não transforma o produto em uma máscara de tratamento.

Diferentes usos

Apesar da variedade de cremes e séruns disponíveis, o produto continua popular e voltou a ganhar espaço nas casas. Trata-se de um creme espesso e muito hidratante, mas que não foi formulado para todos os tipos de pele.

Ao longo dos anos, algumas mulheres passaram a usar o Nivea como máscara capilar, primer antes da maquiagem ou creme para massagens antienvelhecimento. Também há quem o aplique no rosto para nutrir e suavizar a pele, retirando o excesso depois.

A popularidade do creme também é impulsionada pelas redes sociais, que o recomendam para diferentes finalidades. A orientação apresentada por Nebot, porém, diferencia o uso ocasional em uma pele muito seca da adoção do produto como máscara facial de tratamento.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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