Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Soja recua em Chicago após China não incluir grão em redução de tarifas

Contratos de soja para novembro caíram 2,33%, enquanto milho e trigo também fecharam em baixa por falta de novas compras chinesas.

Soja recua em Chicago após China não incluir grão em redução de tarifas

Os preços dos grãos recuaram na bolsa de Chicago nesta segunda-feira (28/9), em meio à ausência de anúncios concretos sobre novas compras da China de produtos agrícolas dos Estados Unidos. A soja liderou as perdas e encerrou a sessão abaixo de US$ 13 por bushel.

Os contratos de soja para novembro caíram 2,33% e fecharam a US$ 12,8825 o bushel. Desde a semana passada, investidores aguardavam informações sobre aquisições chinesas após o encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping.

A China anunciou acordos para reduzir tarifas de importação de produtos americanos, incluindo milho, trigo, sorgo, farelo e óleo de soja. A soja em grão, porém, não foi incluída e continua sujeita a uma tarifa adicional de 10%.

“Na soja, a pressão é maior porque o grão ficou fora da redução tarifária e continua sujeito à tarifa adicional de 10%”, afirmou a Royal Rural. Para a consultoria, o mercado esperava que o entendimento entre os dois países resultasse em compras relevantes de produtos agrícolas americanos, o que ainda não ocorreu.

Milho e trigo também recuam

O milho fechou em queda, apesar do anúncio chinês sobre a redução de tarifas para a compra do produto americano. Os contratos para dezembro recuaram 0,99%, a US$ 5,23 o bushel.

A Royal Rural avaliou que a medida representa uma melhora do ponto de vista comercial, mas ficou abaixo das expectativas já incorporadas aos preços. A falta de indicações sobre compras maiores da China pressionou as cotações.

O trigo caiu pela quinta sessão consecutiva e ampliou a trajetória de baixa observada recentemente em Chicago. Os contratos para dezembro tiveram perda de 2,06% e terminaram a US$ 6,8875 o bushel. O cereal acompanhou o movimento negativo dos demais grãos após a frustração com a possibilidade de um acordo que previsse volumes maiores de compras chinesas.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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