Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Falha em revestimento leva Airbus e Leonardo a investigar cadeia do A321neo

Problema em peças da fuselagem dianteira atinge 500 aeronaves, mas a Airbus afirma que não houve impacto na segurança dos aviões.

Falha em revestimento leva Airbus e Leonardo a investigar cadeia do A321neo

A Airbus informou que mantém a meta de entregas para 2026 enquanto investiga um problema de qualidade que envolve 500 jatos A321neo. Segundo a fabricante, 250 dessas aeronaves estão em diferentes fases de produção, e a segurança dos aviões não foi afetada.

A apuração é conduzida em conjunto com a italiana Leonardo. Engenheiros das duas empresas trabalham na TESI, fornecedora de revestimentos e subcontratada da Leonardo localizada ao sul de Nápoles. O objetivo é apoiar a recuperação das peças e identificar a origem da falha, que ainda não foi determinada.

O defeito foi encontrado quando um técnico da Airbus removeu tinta de uma peça da fuselagem dianteira e identificou falhas na camada protetora, chamada primer. O problema está relacionado a hastes de reforço conhecidas como stringers, instaladas nessa parte da aeronave.

A Airbus não informou quais fornecedores estão envolvidos. A Leonardo confirmou que a TESI integra sua rede de fornecimento, mas não esclareceu se a empresa realiza trabalhos para a fabricante de aviões. Procurada, a TESI não respondeu.

A seção dianteira do A321neo tem dois fornecedores para a Airbus: a própria Airbus Atlantic, anteriormente conhecida como Stelia, e a Leonardo. No caso da Leonardo, as fontes afirmam que há um único fornecedor responsável pelos revestimentos. Analistas avaliam que o episódio levanta questionamentos sobre os controles de qualidade e os pontos vulneráveis da cadeia de suprimentos.

A Airbus confirmou o problema na sexta-feira, depois que a falha foi identificada durante a inspeção do revestimento.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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