Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brinquedo preso no sofá causava ruídos noturnos e assustava casal

Um carrinho eletrônico esquecido no móvel ativava sons distorcidos por causa de um sensor de movimento e da bateria fraca.

Brinquedo preso no sofá causava ruídos noturnos e assustava casal
Foto: Imagem gerada por inteligência artificial/Catraca Livre

Lívia e Renato passaram a ouvir ruídos durante a noite vindos do sofá. O som lembrava arranhões no tecido e fazia o casal suspeitar que algum animal estivesse escondido dentro do móvel. A hipótese ganhou força porque o barulho aparecia depois da meia-noite e cessava quando a luz era acesa.

Eles retiraram as almofadas, procuraram sinais de entrada e chegaram a evitar o sofá. Na terceira noite, dormiram com a porta fechada, mas o ruído voltou, acompanhado por uma vibração curta. Como não havia abertura visível, a investigação continuou com anotações, fotografias e testes feitos em condições semelhantes.

A origem só foi localizada quando um estofador abriu o forro. Havia um carrinho eletrônico preso no interior do sofá, onde permanecera por oito meses. O brinquedo tinha entrado pela lateral durante uma visita do sobrinho. A peça deslizou entre o assento e o braço do móvel, caiu sobre o forro e acabou sendo empurrada para uma dobra pelo uso contínuo.

O objeto contava com sensor de movimento. Quando alguém se levantava, a espuma e a madeira continuavam se acomodando por alguns segundos. Essa vibração acionava o mecanismo. Com a bateria fraca, o circuito falhava e transformava a gravação em estalos, uma voz distorcida e sons que pareciam deslocamento ou arranhões.

A confirmação veio após a retirada do carrinho. O estofador pressionou o assento, sem produzir o ruído. Em seguida, Renato movimentou o brinquedo sobre uma mesa, e a mesma sequência de sons reapareceu. O teste também explicou por que acender a luz parecia interromper o fenômeno: nesse momento, o casal parava de mexer no piso e no sofá.

Renato retirou as pilhas, que não apresentavam vazamento visível, e as separou para descarte em ponto de coleta. O brinquedo foi limpo e devolvido ao sobrinho sem a função sonora. O forro recebeu uma costura reforçada, e o casal examinou as frestas antes de recolocar as almofadas.

Naquela noite, eles voltaram a sentar no móvel pela primeira vez em quatro dias. A descoberta mostrou que o responsável pelos sons não era um animal, mas um carrinho esquecido, cuja bateria desgastada alterava a gravação e fazia um mecanismo comum parecer inexplicável.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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