Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Campanha tenta garantir tratamento de Eloisa contra melanoma metastático

Mãe de 33 anos precisa de nivolumabe e ipilimumabe, medicamentos não disponibilizados pelo SUS, e família busca recursos para a imunoterapia.

Campanha tenta garantir tratamento de Eloisa contra melanoma metastático
Foto: Vakinha/Vakinha

Eloisa, uma mãe de 33 anos, enfrenta um melanoma com metástases nos pulmões, intestinos e outros órgãos. A família busca recursos para viabilizar a imunoterapia indicada para o caso, já que os medicamentos necessários não são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre os remédios citados estão nivolumabe e ipilimumabe. Diante da falta de acesso pelo sistema público, a família procura alternativas para obter o tratamento. Uma campanha de arrecadação foi criada com a meta de reunir R$ 100.000. Até o momento, foram coletados R$ 11.863.

Tratamento e apoio à família

Eloisa sempre se dedicou à família e aos filhos. Após receber o diagnóstico, passou a enfrentar a necessidade de um tratamento que, de acordo com o relato, é essencial para sua condição. A busca pela recuperação e o desejo de permanecer ao lado dos filhos são apresentados como os principais motivos para seguir nessa luta.

A ausência dos recursos financeiros aumenta a pressão sobre a família, que tenta conseguir os medicamentos enquanto lida com a progressão da doença. O relato também descreve a rotina de Eloisa e dos filhos como marcada por incerteza, ansiedade e medo, mas afirma que a situação aproximou a família em torno da busca pelo tratamento.

Campanha de arrecadação

A iniciativa foi divulgada com o nome “Tenho câncer e preciso de imunoterapia 🙏Eloisa🙏”. A proposta é reunir doações para custear os medicamentos necessários. O relato informa que contribuições de qualquer valor podem ser destinadas à campanha por meio da vakinha.

Eloisa resume o momento vivido pela família: “A luta pela vida e o desejo de estar perto da família são os motores dessa batalha.” A esperança apresentada é de que o acesso à imunoterapia permita a continuidade do tratamento e a permanência da mãe junto aos filhos. Enquanto os recursos não são reunidos, a família mantém a busca por uma alternativa para obter os medicamentos.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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