Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Escassez nos portos pode limitar queda da soja no mercado brasileiro

Apesar da baixa registrada na sexta-feira (18/9), analista prevê sustentação das cotações e possíveis altas no curto prazo.

Escassez nos portos pode limitar queda da soja no mercado brasileiro

A disponibilidade reduzida de soja no mercado físico deve ajudar a manter os preços no Brasil, mesmo após a queda registrada no encerramento da semana. Matheus Pereira, diretor da Pátria Agronegócios, avalia que o grão atravessa um período de valores elevados no país, em movimento diferente do observado na bolsa de Chicago.

Na sexta-feira (18/9), o indicador Cepea/Esalq com base no porto de Paranaguá (PR) recuou 0,08%, para R$ 161,89 por saca. Pereira afirmou que os portos seguem com cotações sustentadas porque há pouco produto disponível para negociação.

A previsão é de manutenção dos valores em níveis firmes, com possibilidade de repiques de alta. Esse movimento dependerá dos efeitos do El Niño sobre o desenvolvimento do plantio, segundo o analista.

Pereira também projetou uma reação mais intensa caso se confirme uma maior força do fenômeno e apareçam sinais de mudança no clima entre setembro e outubro, acompanhados de veranicos. Nessa situação, os preços poderiam subir com mais intensidade no mercado interno.

A soja registrou queda nas 38 praças acompanhadas pela AgRural. Em Ponta Grossa (PR), a saca perdeu R$ 2,50 ante o dia anterior e passou a valer R$ 155. Em Primavera do Leste (MT), o recuo foi de R$ 2, para R$ 142. Em Luís Eduardo Magalhães (BA), também houve baixa de R$ 2, com a saca a R$ 144.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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