Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Trump defende avanço da inteligência artificial diante de pressão por segurança

Presidente dos Estados Unidos relacionou o desenvolvimento da IA à disputa tecnológica com a China e admitiu possíveis medidas de proteção.

Trump defende avanço da inteligência artificial diante de pressão por segurança
Foto: Alex Wong/Getty Images/Perfil Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a continuidade do avanço da inteligência artificial e vinculou a disputa tecnológica com a China à liderança internacional do país. A declaração foi dada no domingo (13), durante uma conversa com jornalistas em seu campo de golfe na Irlanda.

Questionado sobre a possibilidade de desacelerar o setor ou ampliar sua regulamentação, Trump afirmou: “Estamos à frente da China em IA. Somos o país mais sofisticado do mundo e, francamente, quero que continue assim, porque quem vence na IA, vence”.

O presidente também admitiu a possibilidade de adotar medidas de proteção para a tecnologia, mas contestou parte dos alertas apresentados por especialistas e executivos. Ele disse que poderiam ser criados mecanismos de segurança, embora tenha criticado forças que, em sua avaliação, estariam levantando preocupações sobre o tema.

A discussão ocorre em meio a advertências de pesquisadores sobre possíveis consequências do avanço acelerado dos sistemas de inteligência artificial. Pesquisadores antrópicos mencionaram, por exemplo, a possibilidade de a tecnologia levar à extinção da humanidade. Integrantes da indústria passaram a discutir maneiras de administrar os riscos sem interromper a evolução tecnológica.

Proposta para administrar riscos

No sábado (12), Dario Amodei, CEO da Anthropic, apresentou uma proposta em três etapas para administrar os riscos e ampliar o tempo disponível para lidar com possíveis problemas. A iniciativa teve apoio de Elon Musk, da xAI, e de Sam Altman, da OpenAI.

Amodei afirmou que uma desaceleração enfrenta obstáculos na competição entre empresas americanas e chinesas. Para ele, os incentivos econômicos e a vantagem militar associada à liderança em inteligência artificial tornam difícil estabelecer e fiscalizar um limite para o ritmo de desenvolvimento.

“Não devemos nos iludir, porque os incentivos para sair na frente e a vantagem militar que se obtém com isso são tão grandes”, disse Amodei. Ele avaliou que a criação de mecanismos confiáveis de verificação pode levar anos e não garantiu que esse objetivo seja possível.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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