Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Soja começa a semana com negócios travados e preços firmes nos portos

Distância entre compradores e vendedores limitou os negócios, enquanto Chicago, o dólar e parte dos preços no mercado físico avançaram.

Soja começa a semana com negócios travados e preços firmes nos portos

O mercado brasileiro de soja abriu a semana com poucos negócios nesta segunda-feira (14). As indicações nos portos ficaram um pouco mais firmes, mas os vendedores permaneceram afastados e não apresentaram ofertas relevantes, conforme Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado.

A diferença entre os valores desejados por compradores e vendedores manteve as negociações paralisadas. Em Chicago, os contratos terminaram o dia em alta, enquanto o dólar avançou e os prêmios tiveram poucas mudanças, fatores que ajudaram a melhorar as indicações nos portos.

Preços no mercado físico

Houve valorização em parte das principais praças acompanhadas. Em Passo Fundo (RS), a soja passou de R$ 153,00 para R$ 154,00. Santa Rosa (RS) avançou de R$ 154,00 para R$ 155,00, enquanto Cascavel (PR) subiu de R$ 149,00 para R$ 150,00.

Em Rondonópolis (MT), o preço foi de R$ 145,00 para R$ 146,00. Paranaguá (PR) passou de R$ 160,00 para R$ 161,00, e Rio Grande (RS), de R$ 161,00 para R$ 162,00. Dourados (MS) permaneceu em R$ 145,00, e Rio Verde (GO), em R$ 146,00.

Alta em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), a soja subiu. Entre os fatores de sustentação estiveram a alta do petróleo, a possibilidade de atraso na colheita provocada pelo excesso de chuvas e a procura pela soja dos Estados Unidos.

As previsões de chuvas intensas nos próximos dias geram preocupação com o ritmo dos trabalhos no Meio Oeste. O petróleo ficou acima de US$ 100,00, movimento relacionado também à soja pela utilização do grão na produção de biodiesel.

Os operadores também acompanham a demanda chinesa pela soja norte-americana antes da próxima visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Washington. Na última semana, 672.759 toneladas métricas de soja dos Estados Unidos passaram por inspeção para exportação. O volume ficou acima das projeções do mercado, que variavam entre 300 mil e 600 mil toneladas.

Os contratos com entrega em novembro fecharam a US$ 13,04 1/4 por bushel, com alta de 7,75 centavos de dólar ou 0,59%. Para janeiro, a cotação foi de US$ 13,20 1/4 por bushel, avanço de 8,25 centavos ou 0,62%.

O farelo para dezembro subiu US$ 3,40 ou 0,96%, para US$ 356,20 por tonelada. No óleo, o vencimento em dezembro terminou a 70,19 centavos de dólar, ganho de 0,51 centavo ou 0,73%.

O dólar comercial encerrou com alta de 0,48%, a R$ 5,1482 para venda e R$ 5,1462 para compra. A mínima foi de R$ 5,1414 e a máxima, de R$ 5,1824.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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