Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Soja sobe em todas as praças, mas mercado interno mantém poucos negócios

Cotações avançaram no mercado físico, enquanto indústria e produtores limitaram as negociações; contratos em Chicago também fecharam em alta.

Soja sobe em todas as praças, mas mercado interno mantém poucos negócios
Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve alta nas cotações do mercado físico nesta terça-feira (15), mas registrou poucos negócios. A movimentação ocorreu principalmente nos portos, enquanto a indústria comprou apenas o necessário diante dos níveis atuais de preços. Os produtores, por sua vez, mantiveram as ofertas restritas, com negociação de pequenos lotes.

O analista da Safras & Mercado Rafael Silveira afirmou que o mercado interno segue travado e que a indústria continua comprando da mão para a boca. No exterior, a Bolsa de Chicago oscilou durante a sessão e terminou em alta. Os prêmios ficaram praticamente estáveis, e o dólar teve leve valorização, combinação que sustentou o avanço geral dos preços no mercado físico.

As cotações subiram em todas as praças acompanhadas. Em Passo Fundo (RS), o preço passou de R$ 154,00 para R$ 155,00. Santa Rosa (RS) avançou de R$ 155,00 para R$ 156,00; Cascavel (PR), de R$ 150,00 para R$ 152,00; e Rondonópolis (MT), de R$ 146,00 para R$ 147,00.

Dourados (MS) teve alta de R$ 145,00 para R$ 147,00, enquanto Rio Verde (GO) passou de R$ 146,00 para R$ 148,00. Nos portos, Paranaguá (PR) subiu de R$ 161,00 para R$ 163,00, e Rio Grande (RS), de R$ 162,00 para R$ 163,00.

Chicago e câmbio

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A valorização acompanhou a alta do petróleo, impulsionada pela intensificação dos conflitos no Oriente Médio. No fechamento, o barril subia 4% em Nova York e 3% em Londres.

A previsão de chuvas para o Meio Oeste americano nos próximos dias trouxe preocupação com possíveis atrasos na colheita nos Estados Unidos. A demanda chinesa pela soja americana também continuou em ritmo acelerado.

O contrato da soja em grão com entrega em novembro terminou com alta de 14,50 centavos de dólar, ou 1,11%, a US$ 13,18 3/4 por bushel. Para janeiro, a cotação foi de US$ 13,35 1/4 por bushel, alta de 15,00 centavos, ou 1,13%.

O farelo para dezembro subiu US$ 9,20, ou 2,58%, para US$ 365,40 por tonelada. No óleo, o contrato com vencimento em dezembro fechou a 70,35 centavos de dólar, ganho de 0,16 centavo, ou 0,22%.

O dólar comercial terminou com alta de 0,10%, a R$ 5,1537 para venda e R$ 5,1517 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,1266 e R$ 5,1616.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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