O Paysandu perdeu para o Brusque na estreia do quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro, em partida disputada no Estádio do Mangueirão. Após o jogo, o técnico Junior Rocha avaliou que a equipe não teve efetividade suficiente para buscar o empate.
O treinador afirmou que o time apresentou mais sincronia no primeiro tempo, quando manteve uma formação utilizada há mais tempo. Na etapa final, com Ítalo e Juninho atuando como jogadores de área, a equipe teve dificuldades para manter a organização, mesmo criando oportunidades.
“Não fomos efetivos para empatar o jogo”, disse Junior Rocha.
O técnico também analisou a atuação pelos lados do campo. Segundo ele, o Paysandu tentou utilizar os dois corredores para atacar, mas as jogadas funcionaram melhor pela direita, com Thayllon. Depois do segundo gol do Brusque, Luciano Taboca sentiu, e a equipe não conseguiu manter o mesmo rendimento na criação pelas laterais.
Outro ponto destacado foi o número de cartões amarelos. Gustavo Henrique, Pedro Carrerette, Caio Mello e Pedro Henrique estavam pendurados e corriam risco de expulsão. Junior Rocha afirmou que não é possível controlar completamente esse tipo de situação e explicou que precisou considerar os cartões ao decidir as mudanças durante a partida.
O treinador citou ainda a força do Brusque nas transições e disse que a equipe paraense não conseguiu interromper as jogadas que resultaram nos dois gols. Para ele, o jogo servirá de experiência na análise das substituições e das escolhas feitas durante a partida.
Sem pontuar, o Paysandu está na lanterna do Grupo C do quadrangular da Série C do Brasileirão. No próximo domingo (13), o time enfrentará a Ferroviária, em Araraquara, no interior de São Paulo, às 16h, na Arena Fonte Luminosa.



