O presidente do Paysandu, Márcio Tuma, anunciou que o clube vai encaminhar reclamações à Federação Paraense de Futebol (FPF) e à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contra o árbitro Pierry Dias dos Santos. A manifestação ocorreu após a derrota para o Brusque, na estreia do quadrangular, no Estádio do Mangueirão.
Tuma reconheceu que o time cometeu erros durante os 90 minutos, mas questionou decisões da arbitragem. Para o dirigente, o árbitro não puniu a demora do adversário em reposições e interrompeu o ritmo da partida. Ele afirmou que a crítica à arbitragem não serve como justificativa para o resultado.
O presidente também mencionou um encontro anterior entre Paysandu e Brusque, pela primeira fase da Série C. Na ocasião, segundo ele, um gol de Ítalo foi anulado e outros lances foram contestados. O clube apresentou uma representação à comissão de arbitragem da CBF, mas recebeu a resposta de que as marcações haviam sido corretas.
Durante a partida, foram distribuídos nove cartões amarelos, sendo cinco para jogadores do Paysandu. Tuma afirmou que os atletas do Brusque fizeram cera sem receber punição, enquanto os jogadores de sua equipe foram advertidos. Na avaliação dele, o tempo acrescentado ao fim das etapas não correspondeu às interrupções.
Reclamação às entidades
Tuma disse que o Paysandu formalizará a queixa à FPF e à CBF e espera contar com o apoio de Ricardo Gluck Paul, presidente da federação e vice-presidente da confederação. O dirigente citou ainda um lance polêmico em uma partida do Remo contra o Flamengo.
Segundo o presidente do Paysandu, a arbitragem paralisou o jogo por mais de 10 minutos, mas acrescentou sete minutos ao fim. Ele afirmou que o clube não aceitará a condução da partida e pediu atuação conjunta das entidades para evitar novos episódios semelhantes.



