Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Marco Aurélio Cunha descarta concorrer à presidência do São Paulo

Conselheiro vitalício prefere atuar nos bastidores e admite possível apoio a Marcelo Portugal Gouvêa na eleição de 2026.

Marco Aurélio Cunha descarta concorrer à presidência do São Paulo
Foto: Rubens Chiri/São Paulo Foto: Rubens Chiri/São Paulo/RTI Esporte

Marco Aurélio Cunha não pretende disputar a presidência do São Paulo na eleição prevista para este ano. Aos 72 anos, o conselheiro vitalício considera encerrado o projeto de comandar o clube e deve concentrar sua atuação nas discussões internas, sem buscar um cargo na próxima diretoria.

Em 2020, Cunha perdeu para Roberto Natel a prévia da oposição. Natel enfrentou Julio Casares na eleição presidencial, vencida pelo atual presidente por 155 votos a 78. Agora, o conselheiro não demonstra interesse em repetir a tentativa de liderar uma chapa.

A possibilidade considerada é a de participação nos bastidores, com o uso da experiência acumulada no futebol e no São Paulo. Nesse cenário, Marcelo Portugal Gouvêa aparece como uma opção de apoio. Ele oficializou em setembro sua candidatura pela chapa São Paulo de Volta, que tem Eduardo Alfano Vieira como candidato a vice-presidente e Fábio Mariz de Oliveira para o Conselho Deliberativo.

Eleição prevista para dezembro de 2026

A eleição presidencial está prevista para a primeira quinzena de dezembro de 2026, mas ainda não tem data oficial definida. O pleito escolherá o presidente responsável pelo próximo ciclo do clube e também envolverá a composição do Conselho Deliberativo.

A oposição já definiu Marcelo Portugal Gouvêa como candidato, enquanto a situação ainda escolhe seu representante. O fechamento das chapas está previsto até outubro.

Trajetória no futebol

Médico ortopedista, Marco Aurélio Cunha iniciou sua trajetória no São Paulo nos anos 1970 e acumulou mais de quatro décadas de atuação no futebol. Também passou por Bragantino, Guarani, Coritiba, Santos, Figueirense e Avaí.

Ele retornou ao São Paulo em 2002 como dirigente de futebol e participou da montagem dos elencos campeões da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes de 2005, além do tricampeonato brasileiro entre 2006 e 2008. Em 2016, voltou ao cargo de diretor executivo de futebol.

Fora dos clubes, coordenou as seleções femininas da CBF e exerceu mandato como vereador de São Paulo. Em 2019, assumiu por alguns dias uma cadeira na Alesp. Desde 2013, é conselheiro vitalício do São Paulo.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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