Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Vélez contesta classificação do Boca na Copa Argentina por inscrição de estrangeiros

Clube afirma que o rival incluiu seis estrangeiros na súmula, acima do limite de cinco, e pede vaga nas quartas de final.

Vélez contesta classificação do Boca na Copa Argentina por inscrição de estrangeiros
Foto: Marcelo Endelli/Getty Images

O Vélez Sarsfield apresentou neste sábado (5) um protesto ao Tribunal de Disciplina da Associação do Futebol Argentino (AFA) contra a partida diante do Boca Juniors, disputada em 2 de setembro pelas oitavas de final da Copa Argentina. O clube pede a anulação da classificação do rival e o reconhecimento de sua própria vaga nas quartas de final.

A contestação se baseia na inscrição de seis jogadores estrangeiros pelo Boca Juniors, embora a regra permita no máximo cinco habilitados na súmula. O documento registra Álvaro Montero e Sebastian Villa, da Colômbia; Lozano, do Uruguai; Enner Valência, do Equador; Carlos Palacio, do Chile; e Ángel Romero, do Paraguai.

Na nota divulgada pelo clube, o Vélez afirma que a irregularidade é comprovada pela súmula oficial da partida e pelos registros do sistema COMET, da AFA. “Não se trata de uma questão de interpretação nem de uma discussão arbitral”, diz o texto. Para a equipe, o caso envolve o cumprimento de uma regra vigente e uma documentação oficial.

Pedido à federação

Além de solicitar o reconhecimento da escalação irregular, o Vélez pediu a suspensão dos efeitos esportivos da classificação do Boca Juniors até uma decisão definitiva sobre o protesto. O clube também reivindica que sua classificação para as quartas de final seja declarada.

A partida terminou empatada por 0 a 0. Nos pênaltis, o Boca Juniors venceu por 4 a 3 e avançou na competição. Ángel Romero, um dos estrangeiros incluídos na súmula, não entrou em campo.

O próximo jogo do Boca Juniors na Copa Argentina está marcado para 27 de setembro, contra o Racing, fora de casa. A nota do Vélez afirma que o clube defenderá o pedido pelas vias institucionais e que a igualdade diante das regras não pode ser opcional.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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