Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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ICMBio multa turista que entrou nas Cataratas do Iguaçu para recuperar celular

Visitante foi autuado em R$ 7.800 após pular da passarela; ele ainda pode recorrer e não teve a identidade divulgada.

ICMBio multa turista que entrou nas Cataratas do Iguaçu para recuperar celular
Foto: Reprodução/Rede Sociais

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) aplicou multa de R$ 7.800 ao turista flagrado entrando nas águas das Cataratas do Iguaçu para recuperar um celular. O episódio ocorreu em junho, no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

O visitante foi identificado e recebeu um Auto de Infração com base no artigo 90 do Decreto nº 6.514/2008, informou o ICMBio. Ele ainda pode recorrer da decisão. Até a última publicação das informações, não havia confirmação de pagamento da multa, e a identidade do turista não foi divulgada.

O que aconteceu

O homem foi registrado por outros visitantes na manhã de 6 de junho, enquanto tentava pegar o celular que havia caído nas Cataratas do Iguaçu. As imagens mostram o turista se pendurando na passarela, pulando para uma área próxima às quedas d’água e, depois de recuperar o aparelho, tentando retornar à estrutura.

Em uma das gravações, ele aparece pendurado na passarela sem conseguir subir. Bombeiros civis responsáveis pelo monitoramento das trilhas e da passarela de acesso à Garganta do Diabo intervieram e acompanharam o visitante até o fim do passeio. Na sequência, ele foi retirado do parque.

O Parque Nacional do Iguaçu informa que não é permitido ultrapassar, subir ou sentar nos guarda-corpos, inclusive para tirar fotos ou tentar recuperar objetos. Quando algo cai no rio ou nas encostas, a orientação é procurar a equipe de bombeiros, que avalia se o resgate pode ser realizado com segurança.

De acordo com o ICMBio, as regras de visitação buscam proteger os visitantes, os profissionais envolvidos em resgates e o patrimônio natural da unidade. O órgão também afirma que o desrespeito às áreas de restrição pode levar à responsabilização.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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