Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Temporais deixam três mortos e provocam remoções no Rio Grande do Sul

Corpo de menino de três anos foi encontrado em Flores da Cunha; mãe dele continua desaparecida, enquanto rios avançam no estado.

Temporais deixam três mortos e provocam remoções no Rio Grande do Sul
Foto: Ronaldo Bernardi/Agência RBS

O Corpo de Bombeiros Militar do RS encontrou, na manhã desta terça-feira (22), o corpo de Juliano Nunes da Silva, de três anos. O menino estava em um carro levado pela correnteza em Flores da Cunha, na Serra Gaúcha. A adolescente de 13 anos que também estava no veículo morreu, e a mãe dos dois continua desaparecida. O marido dela conseguiu escapar.

Com a localização do menino, subiu para três o número de mortes confirmadas desde o começo dos temporais, no domingo (20). Além dos irmãos, um homem de 70 anos morreu em Pelotas depois de ser atingido por fios que caíram na rua. A identidade dele não foi divulgada.

Rios acima da cota de inundação

O Rio Taquari atingiu 24 metros às 8h desta terça-feira (22) em Lajeado, no Vale do Taquari, ultrapassando a cota de inundação. Conforme a Secretaria do Desenvolvimento Social, 246 pessoas estavam acolhidas no Parque do Imigrante, abrigo oficial do município.

O Rio Caí também passou da cota de inundação em São Sebastião do Caí e Montenegro. Em São Sebastião do Caí, 193 pessoas estavam fora de casa, e a Defesa Civil instalou dois abrigos. Às 6h, o rio marcava 14,16m. O nível normal é de 7 metros, enquanto a cota de inundação é de 10,50m. Desde a noite de segunda-feira (21), os Bombeiros Voluntários resgataram 12 pessoas e cinco animais.

Em Lajeado, o plano de contingência foi acionado. As primeiras famílias começaram a ser retiradas no fim da tarde de segunda-feira (21), quando o rio se aproximava de 19 metros, marca considerada a cota de inundação no município. O nível continuava subindo na manhã desta terça-feira.

Até o fim da tarde de segunda-feira, 119 municípios haviam comunicado algum tipo de dano à Defesa Civil estadual. A coordenadora de comunicação do órgão, tenente Sabrina Ribas, afirmou que a maioria dos registros estava relacionada a vendavais, além de alagamentos pontuais e elevação de arroios e pequenos córregos.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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