Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Impedimento de Nunes Marques altera cálculo da campanha de Flávio Bolsonaro

A campanha esperava o apoio do ministro à abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, mas ele declarou impedimento para votar.

STF: campanha de Flávio é surpreendida com impedimento de Nunes Marques
Foto: Samuel Pancher/Metrópoles

A campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência foi surpreendida pela declaração de impedimento do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes. O caso envolve o suposto envolvimento do ministro com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A expectativa dos aliados de Flávio era que Nunes Marques votasse pela abertura do processo. Nesse cenário, Luiz Fux, André Mendonça e o presidente do STF, Edson Fachin, também acompanhariam essa posição.

Com a ausência de Nunes Marques, somada à declaração de suspeição de Dias Toffoli, a avaliação na campanha mudou. A tendência passou a ser de que Moraes termine a análise menos enfraquecido do que o previsto inicialmente.

Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin devem votar contra a abertura do processo. O posicionamento de Cármen Lúcia ainda é considerado indefinido.

Antes do início da sessão extraordinária, Flávio criticou a relação entre o governo federal e o ministro Alexandre de Moraes. Em pronunciamento, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “dividiu seu poder com Alexandre de Moraes”.

O candidato também disse que o governo criou um desequilíbrio institucional e associou a administração federal a uma parte do STF que, segundo ele, descumpriu a lei. Para Flávio, o episódio expõe um sistema que classificou como “podre” diante da população.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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