Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Parada LGBTI+ do Pará terá voto consciente como tema em 2026

Evento será realizado em 27 de setembro, em Belém, com concentração na Doca e destino na praça Waldemar Henrique.

Parada LGBTI+ do Pará terá voto consciente como tema em 2026

A 24ª Parada do Orgulho LGBTI+ do Pará terá como tema a consciência política da comunidade durante o período de eleições. O evento será realizado em 27 de setembro de 2026, com concentração na avenida Doca Visconde de Souza Franca e encerramento previsto para a praça Waldemar Henrique, em Belém.

A organização espera reunir entre 200 a 300 mil pessoas e pede a presença da comunidade e de apoiadores com bandeiras e participação nas discussões sobre a escolha de representantes comprometidos com os direitos da população LGBTI+. A programação completa ainda será divulgada, porque a atração principal está em definição.

Entre os nomes já confirmados estão Ticcy Meirelles, Shaula Vegas, Lauanda Branche, Sarah Montserrat e Kastelly Fluor. O evento também terá apresentações artísticas, DJs, drag queens e outras atividades de valorização da cultura LGBT.

Estrutura e programação

A concentração começa a partir das 13h, na esquina da avenida Visconde de Souza Franca com a travessa Antônio Barreto. A programação na Doca terá início no mesmo horário. Os carros deverão seguir para a praça Waldemar Henrique a partir das 16h30, com previsão de chegada às 18h30. As atividades na praça começam a partir das 17h e o evento seguirá até às 23h.

A estrutura inclui dois grandes trios elétricos e um palco de 32 metros de largura, equipado para as apresentações artísticas. A organização afirma que prepara o projeto há oito meses. O financiamento foi dividido entre o Governo do Estado, responsável por 60%; a Prefeitura Municipal de Belém, com 30%; e a iniciativa privada, com 10%. O evento também tem apoio do Ministério dos Direitos Humanos do Governo Federal.

Reivindicações da organização

Eduardo Benigno, integrante da organização, afirmou que o tema busca estimular o voto em candidatos e candidatas que promovam a cidadania da população LGBTI+, sejam eles integrantes da comunidade ou aliados. Para ele, a definição dos representantes deve ser acompanhada da responsabilidade pelos resultados das eleições.

Benigno também defende a ampliação da estrutura de atendimento a crimes discriminatórios e lgbtfóbicos. Segundo ele, há uma Delegacia de Crimes Discriminatórios e lgbtfóbicos, localizada na capital, e a proposta é descentralizar o serviço para outras duas regiões, com unidades em Marabá e Santarém.

Entre as reivindicações estão ainda a criação ou integração da população LGBT a políticas públicas de emprego e renda, oportunidades em empresas que prestam serviços à administração pública e acesso a programas de política habitacional.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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