O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados no maior índice de rejeição entre os nomes avaliados pela pesquisa Indexa/Broadcast: 49% dos entrevistados afirmam que não votariam em cada um deles. Os percentuais repetem o resultado registrado em agosto.
Lula tem 36% de intenção de voto certa e 14% de eleitores que poderiam escolhê-lo. Na rodada anterior, esses índices eram de 38% e 10%, respectivamente. Apenas 1% declarou não conhecê-lo o suficiente para opinar. A soma das duas parcelas resulta em potencial eleitoral de 50%.
Entre os eleitores consultados, 33% disseram que com certeza votariam em Flávio, ante 34% em agosto. A possibilidade de escolha passou de 13% para 14%, enquanto 3% afirmaram não ter conhecimento suficiente sobre o senador. O potencial eleitoral dele é de 47%.
Romeu Zema (Novo) registrou 39% de rejeição, seguido por Renan Santos (Missão), com 38%; Ronaldo Caiado (PSD), com 33%; e Augusto Cury (Avante), com 28%. As parcelas que disseram não conhecer esses nomes o suficiente foram de 24%, 29%, 18% e 34%, na mesma ordem.
Caiado alcançou potencial eleitoral de 46%, formado por 4% de votos certos e 42% de eleitores que poderiam votar nele. Cury marcou 36%, Zema, 32%, e Renan Santos, 30%.
A pesquisa também mediu os principais temores dos eleitores na disputa. Um novo mandato de Lula foi citado por 38%, contra 39% em agosto. A volta da família Bolsonaro ao poder foi mencionada por 36%, ante 39% anteriormente. Outros 10% temem as duas possibilidades, enquanto 10% não temem nenhuma. Os que não souberam ou não responderam passaram de 2% para 6%.
Foram ouvidos 2.000 eleitores em entrevistas individuais por telefone, realizadas de 10 a 13 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem o número BR-03482/2026.


