Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Medidas de Trump miram concorrência e recuperação do gado nos Estados Unidos

Ordens executivas preveem investigação sobre frigoríficos, apoio a pequenos processadores e compensação por ataques de lobos.

Medidas de Trump miram concorrência e recuperação do gado nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (4/9) ordens executivas voltadas à recuperação do rebanho bovino e ao apoio a pecuaristas. O gado do país está no menor nível em 75 anos, enquanto o consumo de carne bovina aumentou quase 10% na última década, segundo dados da Casa Branca.

Uma das medidas determina que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) examine possíveis violações das regras de concorrência por frigoríficos. Em comunicado, o órgão afirmou que os produtores precisam de mercados competitivos, sem concentração em um pequeno grupo de empresas.

As ordens também incluem ações para ampliar a capacidade de pequenos processadores de carne. Entre as iniciativas estão a expansão de programas de compras interestaduais e a oferta de assistência técnica para modernizar normas de inspeção e diminuir a burocracia para pequenas indústrias.

Rótulo e indenizações

O governo pretende criar o selo “Produto dos EUA” e revisar as atribuições ligadas à rotulagem obrigatória do país de origem para produtos de carne bovina. Outra medida facilita o pagamento de indenizações a produtores que tenham perdas causadas por ataques de algumas espécies de lobos.

As decisões foram anunciadas após pecuaristas rejeitarem a autorização para importar 300 mil toneladas de carne com tarifas reduzidas. A proposta fazia parte de um pacote destinado a reduzir os preços do produto. No salão oval, Trump afirmou que Brasil e Argentina seriam os principais países beneficiados pela importação em condições favorecidas.

A secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, declarou que as medidas buscam “proteger o rebanho bovino do país, aumentar a taxa de retenção de novilhas e garantir transparência para os consumidores”.

A Casa Branca atribuiu parte da redução do rebanho à seca severa em regiões produtoras. Incêndios florestais e outras condições climáticas adversas prejudicaram as pastagens e diminuíram a oferta de forragem para os animais.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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