SÃO PAULO — O Prêmio Fazenda Sustentável completou dez edições em 2026, reunindo propriedades rurais pequenas, médias e grandes, de diferentes regiões e culturas do Brasil. Durante a cerimônia deste ano, vencedores de edições anteriores relataram como a participação influenciou suas práticas e a forma de conduzir o trabalho nas fazendas.
Os depoimentos abordaram aspectos ambientais, sociais e econômicos da atividade rural. Pedro Teixeira afirmou que a premiação estimula a busca contínua por melhorias e por práticas que conciliem responsabilidade com a natureza, com as pessoas e com a gestão financeira.
Para Flavia Cid, a participação representou uma mudança em sua trajetória. Ela disse que o reconhecimento serviu de incentivo para aperfeiçoar as práticas sustentáveis e que, ao conhecer os projetos premiados a cada ano, implementa novas iniciativas na fazenda.
Thales Sattolo destacou que o prêmio levou a empresa a refletir sobre medidas que poderiam ser adotadas além do que já era feito. Segundo ele, o reconhecimento provocou a percepção de que ainda havia espaço para avançar em diferentes aspectos.
Reconhecimento e continuidade
Charles Ribeiro associou a premiação à valorização dos produtores e das fazendas que contribuem para o país. Ele também mencionou a busca por métodos adequados, sustentabilidade e segurança dos produtos destinados aos consumidores.
Laura Vicentini afirmou que propriedades de diferentes tamanhos e posições no concurso compartilham o reconhecimento por apresentar suas práticas e abrir espaço para a disseminação de inovações sustentáveis.
Dryele Peterle ressaltou que a premiação mostra à comunidade e aos colaboradores o trabalho desenvolvido e os pontos que precisam melhorar a cada ano. Para ela, o processo exige continuidade, investimentos e avanço na sustentabilidade da propriedade.



