Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Estudante de Nutrição é morta a facadas durante ataque em Londrina

Thaissa Gabriely, de 21 anos, trabalhava na divulgação de uma academia e foi atacada após ser abordada por um homem preso pela polícia.

Estudante de Nutrição é morta a facadas durante ataque em Londrina
Foto: Reprodução/Instagram

Thaissa Gabriely de Oliveira Marques, de 21 anos, morreu após ser atacada a facadas durante uma tentativa de estupro em Londrina, no norte do Paraná. Estudante de Nutrição, ela trabalhava na divulgação de uma academia que ainda não havia sido inaugurada. O crime ocorreu na tarde de sexta-feira (11).

Um homem de 21 anos foi preso depois do ataque. A investigação aponta que ele teria abordado Thaissa em frente à academia, na Avenida Celso Garcia Cid, sob o pretexto de pedir informações sobre o estabelecimento. Em seguida, teria solicitado que ela mostrasse o interior do local.

Ataque e investigação

Segundo as informações da investigação, o homem teria tentado estuprar a estudante dentro da academia. Thaissa teria reagido e lutado para escapar. A movimentação passou pelas escadas até o estacionamento e, depois, chegou à área interna de um barracão, onde ela foi ferida com uma faca.

A jovem morreu no local. Ela teria sofrido aproximadamente 44 golpes. A Polícia Civil também passou a considerar a possibilidade de premeditação e busca esclarecer o que ocorreu antes da agressão. Relatos e áudios divulgados posteriormente indicaram que Thaissa teria demonstrado medo e comentado com pessoas próximas sobre a insistência do investigado, que teria ido ao local pelo menos cinco vezes.

O suspeito foi encontrado com um ferimento na mão e teria apresentado inicialmente uma versão relacionada a um suposto roubo. Durante o atendimento da ocorrência, os policiais receberam a informação de que havia uma pessoa ferida em uma unidade da academia próxima. Depois, a investigação relacionou o homem à morte da estudante. Conforme os relatos divulgados sobre o caso, ele confessou o homicídio. A motivação e as circunstâncias do crime ainda são apuradas.

Família cobra justiça

A prima de Thaissa, Sthephany Naldy Girão, afirmou que a jovem conciliava os estudos com o trabalho, tinha planos profissionais e se preparava para fazer o vestibular. “A Thaíssa tinha 21 anos, era uma menina cheia de sonhos e planos”, disse Sthephany.

A familiar também defendeu medidas de proteção às mulheres e acompanhamento psicológico para parentes de vítimas de crimes violentos. A UniFil, onde Thaissa cursava Nutrição, lamentou a morte e manifestou solidariedade à família.

Entidades que acompanham casos de violência contra mulheres em Londrina passaram a tratar o caso como feminicídio. O Néias - Observatório de Feminicídios de Londrina afirmou que esse enquadramento não depende necessariamente da existência de relacionamento entre vítima e autor. A classificação jurídica definitiva, porém, depende da investigação e das decisões das autoridades responsáveis.

O velório ocorreu no sábado (12), na ACESF, em Londrina, com início às 7h. O sepultamento foi marcado para as 17h, no Cemitério Padre Anchieta. A investigação continua para esclarecer a dinâmica do ataque, a eventual premeditação e os fatos que antecederam a abordagem da estudante.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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