Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Meta testa apoio humano em chamadas do assistente de IA Muse

Funcionários terceirizados participam de parte das ligações, o que gerou alertas internos sobre privacidade e dados sensíveis.

Meta testa apoio humano em chamadas do assistente de IA Muse

A Meta está testando a participação de funcionários terceirizados em chamadas feitas pelo Muse, seu novo assistente pessoal de inteligência artificial. O serviço, descrito internamente como um tipo de concierge humano, pode envolver agentes de centrais de atendimento em algumas ligações realizadas pelo sistema.

A empresa comunicou o teste aos funcionários na semana passada, pouco depois de liberar publicamente um recurso de chamadas telefônicas do Muse. As informações constam de publicações internas da Meta.

Preocupações sobre privacidade

Funcionários manifestaram preocupação com a possibilidade de dados sensíveis serem compartilhados sem intenção com os terceirizados envolvidos no atendimento. Os questionamentos ocorreram porque a participação humana pode não ser evidente durante a interação com o agente digital.

Um porta-voz da Meta, Daniel Roberts, afirmou que a reação interna foi “amplamente positiva”. Segundo ele, o teste busca “obter feedback para que possamos implementar salvaguardas de segurança e privacidade” antes da ampliação do recurso.

A empresa também informou que trabalha com comerciantes para aperfeiçoar o sistema de chamadas. O lançamento só ocorrerá quando o recurso estiver pronto e acompanhado das devidas divulgações, disse Roberts.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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