Belo Horizonte, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Pesquisas mantêm Lula e Flávio Bolsonaro próximos antes da votação

Levantamentos projetam 45% para Lula e 43% para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, com possibilidade de segundo turno em 25 de outubro.

Pesquisas mantêm Lula e Flávio Bolsonaro próximos antes da votação

A eleição presidencial chega ao domingo (4) com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente empatados em Minas Gerais, conforme as pesquisas de intenção de voto mais recentes. O estado é considerado um termômetro eleitoral porque todos os presidentes eleitos venceram entre os mineiros.

Os levantamentos projetam Lula com cerca de 45% dos votos válidos no primeiro turno, contra 43% de Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, nenhum dos dois alcançaria a maioria absoluta, e a disputa seguiria para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Disputa em aberto

A possibilidade de mudança nos percentuais permanece até a apuração. Na reta final, Lula e Flávio intensificaram os apelos pelo voto útil. Analistas admitem inclusive que o senador possa terminar a primeira etapa à frente por uma margem estreita.

Uma eventual passagem para o segundo turno manteria a competição aberta. A avaliação apresentada é que Flávio Bolsonaro poderia ganhar força na etapa final com a migração de eleitores de centro-direita que hoje apoiam outros candidatos. Do outro lado, o eleitorado contrário ao bolsonarismo poderia influenciar a formação de apoio a Lula.

Para construir uma vantagem considerada confortável rumo à reeleição, Lula precisaria terminar a votação com uma diferença mais ampla, idealmente entre seis e oito pontos percentuais sobre o senador.

Fiscalização eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a desinformação e o uso indevido de inteligência artificial estão entre as principais frentes de monitoramento da Justiça Eleitoral para o pleito.

Em entrevista ao SBT, Nunes Marques também citou a violência política de gênero e os abusos na propaganda eleitoral como alvos de vigilância. O ministro ainda minimizou os receios de ingerência externa e ressaltou a solidez das instituições brasileiras.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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