ANGRA DOS REIS — Uma publicação de Richarlison no Instagram voltou a colocar em evidência a disputa judicial por uma propriedade de luxo em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. O imóvel é avaliado em aproximadamente R$ 10 milhões e foi relacionado pelo jogador à frase “A ilha que me tomaram”.
A decisão definitiva sobre o caso foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em favor do advogado Willer Tomaz. A controvérsia envolveu a diferença entre a propriedade registrada em cartório e o direito de posse alegado por outra parte, que afirmou ocupar a área antes da negociação.
Compra e valor contestado
Richarlison declarou anteriormente que o imóvel foi adquirido por meio de uma empresa ligada ao seu nome e ao do empresário Renato Velasco. Em interações na internet, o atacante da seleção brasileira e do Tottenham afirmou ter desembolsado o valor da compra e disse que o montante ainda não foi recuperado depois das decisões judiciais.
O caso também passou a ser usado em conteúdos explicativos publicados por especialistas em direito imobiliário na internet, diante da discussão sobre posse e titularidade da propriedade.
Participação de Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro teve o nome associado ao episódio por sua amizade com Willer Tomaz e por visitas registradas no local antes da conclusão das negociações. Ele, porém, não integrou o processo judicial.
Durante a instrução da ação, Flávio Bolsonaro foi arrolado como testemunha pelos advogados que atuaram na defesa do jogador. A decisão do STJ encerrou definitivamente o processo, conforme as informações sobre o caso.



