Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Petróleo em alta impulsiona Bolsa brasileira, enquanto juros futuros sobem

Ibovespa avançou 0,54%, e dólar teve alta de 0,10%; mercados globais reagiram ao petróleo e aos rendimentos dos Treasuries.

Petróleo em alta impulsiona Bolsa brasileira, enquanto juros futuros sobem

O avanço do petróleo no mercado internacional ajudou a sustentar o desempenho da Bolsa brasileira nesta terça-feira. O Ibovespa ganhou 0,54% e terminou aos 186.502,64 pontos, interrompendo uma sequência de duas quedas. O índice oscilou entre 185.055,57 pontos e 187.650,53 pontos ao longo do pregão, com as ações da Petrobras entre os principais suportes da alta.

Câmbio e juros

O dólar à vista fechou com variação positiva de 0,10%, cotado a R$5,1543. A moeda operou perto da estabilidade no Brasil, enquanto os investidores acompanharam o noticiário político. No exterior, o dólar também apresentou mudanças moderadas em relação a outras divisas pares do real. Com o resultado do dia, a moeda passou a acumular baixa de 6,10% no ano.

As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro subiram, influenciadas pelo petróleo e pelo avanço dos rendimentos dos Treasuries. No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 estava em 13,67%, contra ajuste anterior de 13,629%. Para janeiro de 2035, a taxa alcançou 14,375%, ante 14,277% na sessão anterior.

Na curva de juros, o contrato para janeiro de 2027 ficou em 13,585%, com ajuste de 13,589% e variação de -0,004 ponto percentual. O DI para janeiro de 2029 marcou 13,94%, enquanto os contratos para janeiro de 2030 e janeiro de 2031 terminaram em 14,125% e 14,215%, respectivamente.

Bolsas no exterior

Nos Estados Unidos, os principais índices encerraram o dia em queda. O Dow Jones Industrial Average recuou 0,63%, para 52.093,11 pontos; o S&P 500 caiu 0,45%, a 7.585,73 pontos; e o Nasdaq Composite perdeu 0,78%, para 25.981,57 pontos. A alta do petróleo e dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano pressionou os negócios, em meio às preocupações com a dívida.

Na Europa, o índice STOXX 600 caiu 0,3%, para 634,18 pontos, menor fechamento desde 12 de junho. A elevação dos preços do petróleo e dos rendimentos dos títulos reduziu o apetite por risco antes da decisão do Federal Reserve sobre os juros dos Estados Unidos.

Petróleo e commodities

O Brent subiu US$3,07, ou 2,9%, e fechou a US$108,75 por barril. O WTI avançou US$4,44, ou 4,38%, para US$105,83. Os dois contratos terminaram no maior nível desde 19 de maio. A alta ocorreu após a suspensão de embarques em Yanbu, na Arábia Saudita, e o cancelamento de algumas entregas a clientes europeus.

Entre as commodities agrícolas, a soja ganhou 14,50 centavos, ou 1,1%, para US$13,1875 por bushel. O milho subiu 0,5%, a US$5,3575 o bushel, e o trigo avançou 6,5 centavos, a US$7,285 por bushel. O café arábica caiu 6,85 centavos, ou 2,4%, para US$2,8365 por libra-peso; o robusta recuou 1,5%, a US$3.481 por tonelada. O açúcar bruto perdeu 0,22 centavo, ou 1,2%, para 17,94 centavos por libra-peso, enquanto o açúcar branco de outubro terminou em queda de 0,5%, a US$522,30 por tonelada.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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