Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Timothy Armoo aposta na IA e diz que geração Z vive era favorável à riqueza

Empreendedor que vendeu a Fanbytes por oito dígitos criou fundo de £ 5 milhões para startups de IA de minorias.

Timothy Armoo aposta na IA e diz que geração Z vive era favorável à riqueza
Foto: Site Timothy Armoo/Divulgação

Timothy Armoo, que se tornou milionário antes dos 30 anos, avalia que a inteligência artificial tornou mais acessível a criação de negócios e de riqueza. O empreendedor britânico também critica jovens da geração Z que, na visão dele, não aproveitam as ferramentas tecnológicas disponíveis.

Armoo fundou a Fanbytes, agência de marketing de influência adquirida pela Brainlabs em 2022 por uma quantia de oito dígitos. Agora, ele lançou o Legon Fund, com o compromisso de investir £ 5 milhões — cerca de US$ 6,7 milhões — em startups de IA criadas por empreendedores de minorias.

A trajetória de Armoo

Enviado ainda bebê para morar com a avó em Gana, Armoo descreveu esse período como incerto e perigoso. Mais tarde, ao retornar para Londres, viveu em um conjunto habitacional público em meio à violência de gangues e a crimes com facas.

Mesmo sem dinheiro ou contatos, abriu o primeiro negócio aos 14 anos, oferecendo aulas particulares. Em 6 semanas, a operação havia crescido para uma rede de 65 professores. Aos 17, vendeu sua publicação, Entrepreneur Express, para a Horizon Media.

Em 2017, durante o 2.º ano da graduação, criou a Fanbytes. A agência conquistou clientes como o governo britânico, Deliveroo e Samsung. A venda para a Brainlabs ocorreu em 2022, quando Armoo tinha 27 anos.

Para o empreendedor, a IA permite transformar uma ideia em um projeto e alcançar clientes com o apoio das redes sociais. Ele afirma que ferramentas como ChatGPT e Claude são praticamente gratuitas e que a divulgação pode ser feita diretamente nas plataformas digitais.

“É assustadoramente fácil” construir riqueza hoje, disse Armoo. Ele considera o período atual a maior era de criação de riqueza e defende que jovens criem projetos pequenos usando IA.

Menos empregos corporativos e mais empreendedorismo

As contratações para cargos de entrada desaceleraram à medida que empresas passaram a recorrer à IA. Recém-formados da geração Z têm se candidatado a centenas ou milhares de vagas sem receber uma oferta, enquanto cresce o interesse por trabalhar por conta própria.

A geração que não deseja empregos tradicionais das 9h às 17h também conta com uma infraestrutura digital que reduziu os custos para abrir e divulgar negócios. Hoje, é possível criar um site no Squarespace, vender diretamente pelo TikTok e conversar com clientes ou prestadores de serviços pelo Zoom sem sair de casa.

Os integrantes mais velhos da geração Z, nascidos em 1997, cresceram praticamente sem conhecer um mundo sem essas ferramentas. Natasha Stanley, coach principal do site de carreiras careershifters.org, afirmou que houve uma democratização do acesso ao empreendedorismo.

Chase Gallagher, fundador de 24 anos da CMG Landscaping, empresa que fatura US$ 1,5 milhão por ano, também atribui ao celular parte do crescimento de seu negócio. Ele disse que o aparelho ajudou a divulgar a empresa e a ganhar milhões de dólares.

Dados citados no texto indicam que fundador é o segundo cargo que mais cresce entre integrantes da geração Z, segundo o LinkedIn. O relatório Entrepreneurship in 2026, da Intuit, aponta que 43% dos jovens dessa geração consideram abrir um negócio em 2026.

Steven Schwartz, fundador e CEO da plataforma de comércio para criadores Whop, afirmou que muitos jovens preferem produzir conteúdo na internet e encontrar clientes online. Para ele, quem deseja empreender precisa começar, sem se concentrar apenas na possibilidade de fracasso.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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