O Flamengo tem dez jogadores estrangeiros em seu elenco e, por isso, precisa deixar pelo menos um deles fora da relação de cada partida das competições da CBF. A regra da entidade permite que os clubes tenham mais de nove atletas não brasileiros no plantel, mas limita a nove o número de relacionados por jogo.
Giorgian de Arrascaeta é o estrangeiro há mais tempo no grupo. O uruguaio atua no futebol brasileiro desde 2015, quando foi contratado pelo Cruzeiro, e defende o Flamengo desde 2019. Nesse período, conquistou 18 títulos, entre eles três Libertadores, e se tornou um dos principais ídolos da história do clube.
Rossi, Varela e Pulgar também ocupam posições importantes. O goleiro chegou em 2023 e, desde então, é titular. Varela foi contratado em 2022 para reforçar a lateral direita após a saída de Rafinha e a passagem de Isla pelo setor. Pulgar, também desde 2022, assumiu espaço na volância. Desde 2023, seu primeiro ano completo, ele não terminou uma temporada com menos de 40 jogos. Em 2026, já soma 31 partidas e renovou o contrato por mais duas temporadas.
Os demais estrangeiros
O grupo ainda conta com De la Cruz, do Uruguai; Saúl Ñíguez, da Espanha; Carrascal, da Colômbia; Plata e Anthony Valencia, do Equador; e Joaquín Freitas, da Argentina. De la Cruz chegou do River Plate (ARG), teve um início considerado excelente, mas sofreu com lesões recorrentes. Em 2026, disputou 21 partidas, o menor número desde 2018, e pode deixar o clube ao fim da temporada.
Carrascal e Plata alternam bons e maus momentos e ainda não consolidaram um lugar entre os titulares. Saúl foi titular diante do Red Bull Bragantino, no domingo (20/9), pela primeira vez — a segunda no ano — desde maio.
Valencia, de 23 anos, foi formado pelo Independiente del Valle (EQU) e chegou em setembro, vindo do Royal Antwerp (BEL). Até agora, fez um jogo. Freitas, ex-jogador das categorias de base do River Plate, chegou aos 19 anos e soma três partidas, todas pelo Brasileirão, além de uma assistência.



