Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Sandro Mazzola recebe homenagens do futebol italiano após morte aos 83 anos

Ídolo da Inter de Milão e da seleção italiana morreu na última sexta (18); partidas do fim de semana terão minuto de silêncio.

Sandro Mazzola recebe homenagens do futebol italiano após morte aos 83 anos

O futebol italiano presta homenagens a Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão e da seleção italiana, que morreu aos 83 anos na última sexta (18). Neste sábado (19), clubes, dirigentes, ex-companheiros e entidades destacam a trajetória do ex-jogador, que defendeu a Inter por 17 temporadas.

Um minuto de silêncio será respeitado antes de todas as partidas das competições programadas para este fim de semana. A Inter foi uma das primeiras instituições a se manifestar. “Há aqueles que fazem história. E há aqueles que se tornam a própria história da Inter”, publicou o clube.

A equipe italiana lembrou a evolução de Mazzola desde os primeiros anos como jogador até sua consolidação como símbolo da instituição. O presidente e CEO Beppe Marotta afirmou que o ex-atleta esteve ligado à Inter durante toda a vida e destacou sua participação na chamada Grande Inter, comandada por Helenio Herrera.

Javier Zanetti também publicou uma mensagem. O ex-capitão afirmou que Mazzola foi uma das pessoas que contribuíram para sua chegada a Milão, quando ainda sonhava, na Argentina, em vestir a camisa nerazzurra. Zanetti também ressaltou o caráter e a importância do antigo ídolo dentro e fora do campo.

O Milan classificou Mazzola como um rival histórico e leal, além de uma lenda da Inter e da seleção italiana. O clube o descreveu como um campeão que representou uma era do futebol do país e enviou solidariedade à família Mazzola e à comunidade nerazzurra.

O Torino recordou a passagem de Mazzola como treinador entre 2000 e 2003 e sua relação com o pai, Valentino Mazzola, capitão do Grande Torino. Em 2019, durante a celebração do centenário de nascimento de Valentino, Sandro voltou ao estádio e relembrou episódios da infância ao lado dele.

A Federação Italiana de Futebol também lamentou a morte. Giovanni Malagò, presidente da entidade, chamou Mazzola de “um símbolo, um capitão, um campeão capaz de transcender uma era e se tornar uma memória coletiva”.

Ezio Simonelli, presidente da Lega Serie A, afirmou que o ex-jogador representou uma das figuras mais importantes da história do futebol italiano e deixou uma marca nas camisas da Inter e da seleção.

A Associação Italiana de Futebolistas destacou ainda a atuação de Mazzola na criação da entidade. Ele esteve entre os jogadores que assinaram, em 3 de julho de 1968, a ata de fundação da associação, liderada por Sergio Campana.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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