O Paysandu apresentou uma representação formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para pedir esclarecimentos sobre um possível pênalti que não foi revisado pelo VAR no empate com a Inter de Limeira, no último final de semana. A confirmação foi feita pelo presidente do clube, Márcio Tuma.
O documento foi encaminhado à Comissão de Arbitragem, presidida pelo ex-árbitro Sandro Meira Ricci, que tem Netto Góes como diretor. O clube não divulgou detalhes do conteúdo, mas questiona a decisão de não levar o árbitro de campo, Denis da Silva Serafim, à revisão de vídeo em um lance do segundo tempo.
Na jogada contestada, uma bola foi alçada na área e o zagueiro da Inter de Limeira disputou o lance com Juninho. A alegação do Paysandu é que a bola tocou no braço do defensor.
Em entrevista concedida a uma rádio de Belém na terça-feira (22), o técnico Mazola Junior afirmou que a CBF respondeu ao clube com imagens e áudios da análise feita pela equipe de arbitragem.
Outro lance revisado
Denis da Silva Serafim, de Alagoas, foi ao VAR em outro momento da partida, para avaliar um possível pênalti a favor da equipe paulista. Nos minutos finais, a bola tocou no braço de Renan Castro dentro da área. A revisão confirmou a penalidade, que resultou no gol de empate da Inter de Limeira.
O gol foi marcado pelo centroavante Miguel Bianconi, artilheiro da Série C com 10 gols. O árbitro de vídeo na partida era o carioca Pathrice Wallace Corrêa Maia.




