Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Política

Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e privatizar rodovias na Amazônia

Em Porto Velho, candidato do Avante também defendeu mais médicos, telemedicina e investimentos para afastar jovens do crime organizado.

Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, nesta quinta-feira (24), a ampliação da produção agrícola na Amazônia com criação de animais e transformação de soja e milho em proteína animal.

Durante uma coletiva de imprensa, Cury afirmou que a região não deve se limitar à exportação de grãos. Ele citou a expansão da suinocultura, da avicultura e da bovinocultura como parte desse modelo. “Nós precisamos não apenas exportar a soja em grãos e o milho, mas também transformar esses grãos em proteína animal”, disse.

O candidato também apoiou a privatização de rodovias, desde que os pedágios não prejudiquem o transporte e a produção. Como exemplo, mencionou estradas privatizadas no Estado de São Paulo, que, segundo ele, são duplicadas e eficientes. Para Cury, a logística é necessária ao desenvolvimento das atividades agrícola, industrial e comercial.

Na saúde, Cury afirmou que pretende aumentar a remuneração dos profissionais, ampliar o número de médicos e melhorar a capacitação técnica. Ele também defendeu o fortalecimento do SUS e a expansão da telemedicina, com atendimento a pessoas que estejam no campo, na periferia ou na cidade.

Segurança e empregos

Para a segurança pública, o candidato propôs treinamento e equipamentos com tecnologia para agentes das polícias Militar e Civil. Ele associou investimentos em educação e na geração de empregos para jovens à prevenção da entrada deles no crime organizado.

Cury afirmou que 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e podem ser recrutados pelo crime. Também declarou que o tráfico de drogas começa a cooptar pessoas a partir dos 11 anos, enquanto o Estado atuaria aos 17 anos. “Pior do que o crime organizado é o Estado desorganizado”, afirmou, ao defender integração e inteligência estratégica no combate ao crime.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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