Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Augusto Cury associa responsabilidade fiscal à queda dos juros

Candidato do Avante defendeu reduzir a Selic e pediu apoio nas redes sociais para ampliar sua presença na disputa presidencial.

Augusto Cury associa responsabilidade fiscal à queda dos juros
Foto: Divulgação/Campanha Augusto Cury

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu neste sábado (5) a adoção de medidas de responsabilidade fiscal como caminho para reduzir a taxa básica de juros. Durante uma agenda eleitoral em Araçatuba, em São Paulo, ele afirmou que a Selic, atualmente em 14%, poderia chegar a 6% ou 7% em um ano.

“Nós temos que ter responsabilidade fiscal urgente, gastar muito menos do que arrecadamos”, disse Cury. A proposta apresentada pelo candidato é reduzir a taxa básica, hoje em dois dígitos, para aproximadamente metade do nível atual.

A Dívida Bruta do Governo Geral alcançou 82,5% do PIB em julho, equivalente a R$ 10,9 trilhões. O indicador reúne as dívidas do governo federal, do INSS e dos governos estaduais e municipais. Esse foi o maior percentual registrado desde abril de 2021, quando a dívida correspondia a 82,62% do PIB.

A projeção reunida no Boletim Focus indica que a taxa básica de juros pode atingir 12% ao final de 2027 e chegar a 10% dois anos depois.

Apoio nas redes sociais

Cury também pediu que apoiadores produzam e publiquem vídeos em defesa de sua candidatura. Ele afirmou que seus adversários gastam centenas de milhões, enquanto sua campanha investiu pouco mais de 50 mil reais para impulsionar conteúdos nas redes sociais.

“Furar essa bolha é um desafio”, declarou. O escritor comparou sua trajetória política à história bíblica do rei Davi e disse enfrentar uma estrutura formada por vários adversários com maior capacidade de investimento.

O candidato também propôs mudanças no Bolsa Família. A ideia é permitir que beneficiários continuem recebendo o benefício durante um período após conseguirem emprego com carteira assinada ou abrirem uma MEI, até que possam se adaptar à nova situação.

Ao defender a medida, Cury afirmou ter vivido a pobreza e disse que o programa é importante, mas precisa ser ajustado para evitar a perda imediata do benefício. Para ele, a permanência temporária ajudaria pessoas que começam a trabalhar formalmente ou passam a atuar como microempreendedoras individuais.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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