Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Caiado acusa Vorcaro de comprar apoio político de Lula e Flávio Bolsonaro

Candidato criticou o STF e prometeu indicar quatro mulheres para a Corte caso seja eleito presidente.

Caiado acusa Vorcaro de comprar apoio político de Lula e Flávio Bolsonaro

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) acusou o banqueiro Daniel Vorcaro de ter comprado apoio dos dois lados da polarização política, representados, segundo ele, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL). A declaração foi dada neste sábado, 19, em entrevista ao SBT.

Caiado afirmou que Lula e Flávio, apontados como líderes nas pesquisas, não teriam autoridade moral para ocupar a Presidência. Na avaliação do candidato, Vorcaro teria influência sobre os dois grupos políticos. Ele também citou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao fazer a acusação.

O candidato voltou a criticar o STF e disse que a Corte não deveria ser um dos principais temas de uma eleição presidencial. Para Caiado, o tribunal deveria manter uma conduta compatível com o cargo de ministro.

“Essa segmentação, essa ruptura do STF precisa de um presidente da republica que não esteja envolvido”, afirmou.

Propostas para o Supremo

Questionado sobre a ausência de medidas para o STF em seu plano de governo, Caiado declarou que indicaria quatro mulheres para a Corte caso fosse eleito. Ele mencionou Raquel Dodge, ex-procuradora-geral da República, indicada ao cargo pelo ex-presidente Michel Temer (MDB).

O candidato disse considerar adequado o perfil de Dodge para uma indicação e lembrou que ela havia apresentado parecer contrário ao inquérito das fake news e pedido seu arquivamento. Segundo Caiado, o STF desrespeitou o parecer e manteve o inquérito.

Caiado também afirmou que só indicaria ministros com mais de 60 anos de idade. Além disso, defendeu a criação de uma quarentena para que ex-integrantes da Corte possam advogar, elaborar pareceres ou disputar cargos eletivos depois de se aposentarem ou deixarem o tribunal.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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