Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Eduardo Bolsonaro perde cargo na PF por ausência prolongada sem justificativa

Ministério da Justiça afirma que o ex-deputado cometeu infração disciplinar ao faltar ao trabalho por mais de trinta dias consecutivos.

“Abandono de cargo”: Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal após inúmeras faltas injustificadas

Eduardo Bolsonaro foi demitido do cargo de escrivão da Polícia Federal nesta segunda-feira (21). A decisão, assinada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e publicada no Diário Oficial da União, aponta abandono de cargo como motivo da punição, classificado como infração disciplinar.

O ministério afirma que o ex-deputado federal faltou ao serviço sem justificativa por período superior a trinta dias consecutivos. A demissão foi fundamentada na Lei nº 15.047 de 2024, que prevê o abandono de cargo entre as infrações disciplinares.

Ausências e processo administrativo

Em 2 de janeiro, a Polícia Federal havia determinado o retorno imediato de Eduardo ao trabalho no Rio de Janeiro, depois da cassação do mandato de deputado federal. Como ele está nos Estados Unidos, a corporação registrou faltas não justificadas desde 19 de dezembro de 2025.

Naquele momento, a PF informou que a ausência poderia “ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”. Também foi publicado um despacho do corregedor regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro determinando o afastamento de Eduardo.

Em 27 de janeiro, a Corregedoria da PF no Rio de Janeiro abriu processo administrativo para investigar se a ausência ocorreu de forma intencional e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos.

Eduardo Bolsonaro ingressou na carreira de escrivão em Guajará-Mirim, em Rondônia, em 2010. Em 2015, passou a atuar em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, onde permaneceu até tomar posse como deputado federal.

Atividades do cargo

Entre as atribuições de um escrivão da Polícia Federal estão a formalização de procedimentos investigativos e a garantia da validade jurídica dos inquéritos. O cargo também envolve a organização de autos e mandados, além do controle de documentos, provas e fianças.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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