Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Eduardo Bolsonaro é demitido da Polícia Federal por abandono do cargo

Ministério da Justiça confirmou a demissão após faltas sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos.

Ministério da Justiça oficializa demissão de Eduardo Bolsonaro de cargo na PF

O Ministério da Justiça oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal. A medida foi aplicada por infração disciplinar de abandono do cargo, depois que o ex-deputado deixou de comparecer ao serviço por mais de 30 dias consecutivos sem apresentar justificativa.

A decisão foi assinada pelo ministro Wellington Lima e Silva na sexta-feira (18) e publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira. Com a publicação, foi formalizado o desligamento de Eduardo dos quadros da corporação.

Após perder o mandato na Câmara Federal, Eduardo havia sido reconduzido ao cargo na Polícia Federal. A determinação para o retorno imediato foi dada em 2 de janeiro. O ex-deputado está nos Estados Unidos desde março de 2025, quando se licenciou do mandato parlamentar.

Em dezembro, Eduardo também perdeu o mandato na Câmara em razão do número de ausências injustificadas. A demissão do cargo na Polícia Federal ocorre, portanto, após a retomada de seu vínculo funcional com a corporação e o período de faltas considerado abandono de cargo pelo Ministério da Justiça.

Além da perda dos cargos, Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal em 16 de junho a 4 anos e 2 meses de prisão por coação no curso do processo que analisava o ex-presidente Jair Bolsonaro no âmbito da trama golpista. O texto da decisão administrativa não informa medidas adicionais após a demissão.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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